"Toda vez que ouço o sussurrar de um ribeirão de montanha, ou as ondas quebrando na praia, ou ainda as batidas do meu coração, escuto o som da impermanência. Essas mudanças, essas pequenas mortes, são nossos elos vivos com a morte. Elas são o pulso da morte, o coração dela batendo, incitando-nos a largar todas as coisas a que somos apegados."
"O Livro Tibetano do Viver e do Morrer", de Sogyal Rinpoche.
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário