1ª Virtude (Reto Pensar): para que a serpente ascenda pela nossa coluna vertebral devemos aprender a usar os pensamentos corretamente, positivamente. Isso significa que devemos nos conectar com a nossa Mente Interior (Lógica Superior), e não com a mente sensorial (ou sensual), com a mente racional. A lógica racional fundamenta-se na lógica formal, enquanto a lógica superior se fundamenta na Consciência. Todos os pensamentos negativos (luxúria, ambição, cobiça etc.) devem ser desligados do corpo, para gerar uma mente pura que sinta e que diga a Verdade, como ela é, e não como queremos que ela seja. A Kundalini não sobe ou atua com uma mente mecânica, subjetiva.
2ª Virtude (Reto Agir): é a forma de se agir interna e externamente. Na convivência familiar e social não sabemos nos comportar adequadamente. De nosso reto agir depende nosso êxito ou fracasso, tanto social quanto esotericamente. Ser decentes, amáveis, sinceros, mas sem fingir. Devemos combinar perfeitamente os eventos externos e os internos, evitar atuações hipócritas, falsos sorrisos, apenas para mantermos a autoimagem. Devemos aprender a viver sem sermos vítimas das circunstâncias.
3ª Virtude (Reto Falar): São Tiago dizia: “A língua é pequena, mas muda os destinos do homem”. Se controlarmos a palavra, o verbo, também poderemos controlar o corpo. Para se dominar o cavalo, também se necessita controlar sua boca. Devemos falar, porém, saber falar. A palavra ofensiva mata. Devemos sempre falar a verdade, porém, devemos saber como falar essa verdade. Ferir cruelmente, insultar, gritar, rir, consomem nosso Fogo Criador. Se falharmos com o nosso verbo, também falharemos com o nosso Pai. É fundamental compreender que o chacra laríngeo está intimamente relacionado com o chacra sexual. É tão prejudicial calar quando se deve falar como falar quando se deve calar. Nisso deve haver muita sabedoria, pois senão, pode-se incorrer em “fornicação verbal”.
4ª Virtude
(Amor e Paz):trata-se de uma
virtude essencial. Essa virtude se relaciona especialmente com o Amor
Consciente. Significa sentir e viver consciente, dando às pessoas de nosso
relacionamento a Medicina do Amor. Por outro lado, a paz chega ao coração
tranquilo através das mudanças na forma de viver. Essas virtudes são
importantes porque a Mãe Divina é Amor. Ódios e rancores impedem o avanço na
Senda Iniciática. Hermes Trismegisto disse: “Dou-te amor, que está contido
dentro de si o sumo da sabedoria, porém Amor Consciente”. A paz não é um estado
que se consegue por meio de esforços, cursos, leituras. A paz é uma expressão
de nosso Ser Divino, portanto, só a alcançaremos quando criarmos uma conexão
com o Ser por meio da meditação, da oração e, essencialmente, com a morte dos
desequilíbrios mentais que, dentro dos estudos gnósticos, chama-se Ego. A paz
desce a nós por meio do absoluto e radical Silêncio Interior.
5ª Virtude
(Compreensão): esta é uma faculdade da Consciência. Devemos
compreender as outras pessoas para que elas nos compreendam. O Trabalho
Esotérico sem sua profunda compreensão nada ou pouco vale. A meditação e o
trabalho com o lado direito do cérebro são imprescindíveis para desenvolvermos
esta virtude.
6ª Virtude (Vontade): a Vontade não pode ser compreendida como desejo. Este último é uma manifestação egoica, que tem seu próprio corpo, o de Desejos. Por outro lado, pode ser também uma expressão da Consciência. Para prevalecer nossa Consciência por meio da Vontade, é imprescindível trabalhar com nossas “paixões interiores e exteriores”. Aqueles volúveis, que constantemente mudam de posição, não desenvolvem a Vontade Consciente. Essa virtude da Kundalini está diretamente ligada ao processo esotérico da Continuidade de Propósitos do esoterista iniciante dos estudos gnósticos. O Trabalho interno e externo deve ser sempre exercido com boa vontade.
7ª Virtude (Reta Maneira de Ganho de Vida): o correto é se ganhar o pão de cada dia honestamente, com sacrifício, para adquirir alimento, abrigo e refúgio. O homem vulgar se apega à matéria. O asceta renega a matéria. Já o sábio usa inteligentemente a matéria… Outra questão nessa virtude são os benefícios ou malefícios do trabalho em relação ao nosso Ser, ao nosso corpo e à sociedade. Não é admissível, por exemplo, o Iniciado exercer profissões como, por exemplo, em matadouros, venda de bebidas alcoólicas, vendas de armas, lotéricas, boates, danceterias, comércio de carne suína, jornalismo de fofocas etc.
8º Virtude (Reto Esforço): o reto esforço significa nos esforçarmos corretamente, sem esforços inúteis e/ou desgastantes. Há diferença entre esforços conscientes e esforços mecânicos. Há grande diferença entre fazer e fazer corretamente.
6ª Virtude (Vontade): a Vontade não pode ser compreendida como desejo. Este último é uma manifestação egoica, que tem seu próprio corpo, o de Desejos. Por outro lado, pode ser também uma expressão da Consciência. Para prevalecer nossa Consciência por meio da Vontade, é imprescindível trabalhar com nossas “paixões interiores e exteriores”. Aqueles volúveis, que constantemente mudam de posição, não desenvolvem a Vontade Consciente. Essa virtude da Kundalini está diretamente ligada ao processo esotérico da Continuidade de Propósitos do esoterista iniciante dos estudos gnósticos. O Trabalho interno e externo deve ser sempre exercido com boa vontade.
7ª Virtude (Reta Maneira de Ganho de Vida): o correto é se ganhar o pão de cada dia honestamente, com sacrifício, para adquirir alimento, abrigo e refúgio. O homem vulgar se apega à matéria. O asceta renega a matéria. Já o sábio usa inteligentemente a matéria… Outra questão nessa virtude são os benefícios ou malefícios do trabalho em relação ao nosso Ser, ao nosso corpo e à sociedade. Não é admissível, por exemplo, o Iniciado exercer profissões como, por exemplo, em matadouros, venda de bebidas alcoólicas, vendas de armas, lotéricas, boates, danceterias, comércio de carne suína, jornalismo de fofocas etc.
8º Virtude (Reto Esforço): o reto esforço significa nos esforçarmos corretamente, sem esforços inúteis e/ou desgastantes. Há diferença entre esforços conscientes e esforços mecânicos. Há grande diferença entre fazer e fazer corretamente.

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