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terça-feira, 13 de agosto de 2013

O Livro Tibetano dos Mortos - ANALISES | REFLEXÕES

Tenho me dedicado a estudar os mistérios da Morte, mergulhando nessa certeza que é o destino de todos nós. Pesquisando "visões" ligada a religiões, e caminhos sem nenhuma referência religiosa. O Livro Tibetano dos Mortos é um dos livros que uso para minhas pesquisas.

Além dessa investigação intelectual, tento buscar internamente através do contato com meu intimo, sem "usar" a razão, através da meditação, desdobramento astral, e outras pratica de autoconhecimento. 

Segue Documentário do History Channel um pouco sobre o "Livros Tibetano dos Mortos";


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Yoga: posturas para ativar os chacras em 20 minutos

Por meio de sete posturas da yoga, é possível avivar os centros de energia do corpo, garantindo mais disposição e equilíbrio para encarar o dia a dia.




Desde os tempos mais antigos, diversas culturas tentam explicar o que é essa matéria invisível que nos dá vida. Para os chineses ela se chama chi; para os egípcios, ba; para os havaianos, mana; na Índia é prana. 


Até hoje o assunto desperta interesse de pensadores e cientistas, como o Ph.D. Tsuyoshi Ohnishi, do Instituto Biomédico da Filadélfia, nos Estados Unidos, que já publicou diversos artigos sobre a eficácia do uso dessa energia vital na cura e manutenção da saúde.

Apesar das diferentes descrições de como funciona e de onde vem esse misterioso poder, é consenso que essa energia, quando desequilibrada, nos faz adoecer. Os recursos que podem manter esse fluxo livre, no entanto, são muito simples.

Um deles é a ioga. Por meio de posturas, a prática consegue acessar a energia vital e seus centros de processamento, os chamados chacras.


 Uma autoridade no assunto é o mestre americano Goswami Kriyananda, 82, um dos últimos discípulos vivos de Sri Shelliji, que foi discípulo direto de Paramahansa Yogananda, autor de Autobiografia de um Iogue, uma das mais renomadas obras espirituais já escritas.


Segundo Kriyananda, os três mais importantes canais de energia do corpo acompanham a coluna vertebral – um segue em linha reta do cóccix ao topo da cabeça e os outros dois vão serpenteando essa linha central – e nas interseções entre os três se formam os chacras.


 “Por isso, a ioga foca o alongamento e a flexibilidade da coluna”, diz o mestre, “para que a energia possa fluir para cima sem impedimentos.”

Cada um desses centros de energia está alinhado com uma glândula endócrina e, segundo se percebeu ao longo do tempo, se relaciona a uma área da vida.


 O muladhara, por exemplo, conhecido no Ocidente como chacra básico, está situado na base da coluna, rege ovário e testículos e lida com impulsos como o dinheiro, a segurança e a sobrevivência.

Já o svadhisthana, localizado na região púbica, está ligado aos órgãos sexuais, à sexualidade e à criatividade. Quando a capacidade total desses centros de processamento não é acessada, a energia fica dormente. 


Para ativá-la, o mestre Kriyananda aponta, em seu livro The Spiritual Science of Kriya Yoga, posturas específicas para regular e fortalecer cada chacra. A série deve ser feita diariamente, numa sessão de pelo menos 20 minutos. 

“Ao aderir a esse compromisso, você estabelece autodisciplina. Se o corpo obedece à mente quando lhe é solicitado fazer as posturas, o corpo também obedecerá na hora de relaxar. Daí em diante vivemos com mais felicidade, contentamento e sabedoria”, completa Kriyananda.

Ao executar a postura, respeite seu limite. Faça cinco respirações, expirando lentamente. No final da sequência, deite-se por 5 minutos.



 Chacra muladhara


Cor: vermelho. Localização: base da coluna. Órgãos que rege: ovário e testículos. Áreas da vida em que atua: dinheiro, segurança e sobrevivência. Postura: paschimottanasana, ou posição da pinça. Com as coxas contraídas, sinta as pernas firmes no chão. Leve então a barriga e o peito em direção aos joelhos, esticando a cabeça como se ela fosse tocar os pés. Tente manter as costas neutras, focando o alongamento na parte de trás da coxa.

Chacra svadhisthana


Cor: laranja. Localização: região pubiana. Órgãos que rege: gônadas e nervos sacrais. Áreas da vida em que atua: sexualidade e criatividade. Postura: setu bandha sarvangasana, ou postura da ponte. Deite-se com os joelhos dobrados, pés próximos dos quadris, braços ao lado do corpo. Inspirando, levante vértebra por vértebrada coluna começando pelo cóccix, formando um arco. Mantenha os ombros no chão e não vire a cabeça. Expirando, desça devagar.

Chacra manipura



Cor: amarelo. Localização: umbigo. Órgãos que rege: pâncreas e adrenais. Áreas da vida em que atua: poder pessoal, autoconfiança e força de vontade. Postura: ardha chakrasana, ou postura da meia roda. De pé, eleve os braços devagar com a palma das mãos voltada uma para a outra. Confortavelmente se estique para trás alongando braços e pescoço. Mantenha as coxas contraídas e as pernas bem esticadas, sem dobrar os joelhos.


Chacra anahata



Cor: verde. Localização: centro do peito. Órgão que rege: timo. Áreas da vida em que atua: amor, compaixão e autoaceitação. Postura: pose mahavirasana, ou postura de mahavira. Comece de pé. Coloque a perna direita para a frente e dobre o joelho. Estique a perna esquerda para trás. Inspirando, apoie as mãos no joelho e empurreos ombros para trás, alongando e expandindo o peito. Lembre-se de alternar as pernas.

Chacra vishuddha


Cor: azul. Localização: base do pescoço. Órgão que rege: tireoide. Áreas da vida em que atua: comunicação e clareza de ideias. Postura: salamba sarvangasana, ou postura da vela. Deitado de barriga para cima, eleve as pernas em direção ao teto apoiando os quadris nas mãos e o queixo no peito. Tente ficar o mais reto possível. Para sair da pose, deixe os pés caírem um pouco para a frente, e então desenrole a coluna vértebra por vértebra, focando o alongamento na parte de trás das coxas.


Chacra ajna 



Cor: índigo. Localização: entre as sobrancelhas. Órgão que rege: glândula pituitária. Áreas da vida em que atua: intuição, sabedoria e fé. Postura: sash tan gadan dawatasana, ou postura da prostração espiritual. Deitado de barriga para baixo, leve os braços para a frente, cruzando os pulsos. A ênfase é dada na atenção à respiração, que deve ser sentida nas costas. Esta postura é utilizada para intensificar a conexão com mestres espirituais.


Chacra sahaswara


Cor: violeta. Localização: topo da cabeça. Órgão que rege: glândula pineal. Áreas da vida em que atua: conexão espiritual, iluminação e vibração divina. Postura: chaturanga dandasana, ou postura da prancha. De barriga para baixo, deixe as pernas esticadas, com os calcanhares para cima. Coloque a palma das mãos no chão ao lado das costelas flutuantes. Eleve o tronco o suficiente para que os cotovelos e os ombros estejam alinhados numa linha paralela ao chão.



Fonte: Bons Fluidos 

Dr. John Hagelin: Meditação Coletiva para a Paz Mundial Leg. PT- BR



O físico quântico Ph.D., educador e proponente da paz, John Hagelin, explica o efeito de paz e diminuição da violência que a prática coletiva da Meditação Transcendental gera no ambiente. Este efeito é conhecido pelo nome de Efeito Maharishi e neste vídeo ele é constatado cientificamente.
Maharishi Mahesh Yogi (Jabalpur, Índia, 12 de Janeiro de 1918[1] — Vlodrop, Países Baixos, 5 de

Fevereiro de 2008), foi um guru indiano fundador da Meditação Transcendental. (Wikipédia)


Video legendado por Paulo Murilo:




Com isso, pode-se afirmar que a Meditação Transcendental coletiva previne a guerra.É um fato científico.
 Se um número suficiente de pessoas estivessem coletivamente experimentando e estimulando este campo fundamental e poderoso de paz interior que seria irradiada uma influência de paz que afetaria o comportamento das pessoas em toda a sociedade

 Sua paz interior é o caminho para a paz exterior.


Efeito Maharishi - Melhoria Geral da Qualidade de Vida no Ambiente através da Meditação Transcendental

O estado de repouso fisiológico e alerta mental experimentado na prática da Meditação Transcendental, produz coerência na fisiologia cerebral, e isso gera mais organização no pensamento e harmonia no comportamento. Essa influência estende-se automaticamente ao meio ambiente.

Pesquisas efetuadas nos EUA e Europa indicam que quando aproximadamente 1% da população de uma cidade ou comunidade pratica a técnica da Meditação Transcendental, a influência positiva de coerência gerada reduz as tendências negativas e melhora a qualidade de vida na sociedade.

 Isto se reflete nos indicadores da qualidade de vida das comunidades como redução nas taxas de criminalidade, de acidentes de tráfego e de entradas em hospitais.

Esta fórmula prática da MT poderia tornar-se um valioso auxílio para melhorar a paz no mundo. Com a saúde mental, física e emocional melhoradas, o praticante regular da Meditação Transcendental tem um impacto bastante benéfico no seu meio social e ambiental.


Fonte: Viver bem

sábado, 27 de julho de 2013

Viajar sozinha pode ser muito divertido!

Viajar sozinha pode ser uma ótima oportunidade para conhecer melhor os lugares, as pessoas e, sobretudo, você mesma




Seja bem-vinda, você acaba de embarcar numa viagem. Mas esqueça marido, filhos e cachorro (claro que você os ama, mas é só por um tempo). Esta jornada é só sua. Desta vez, você vai viajar sozinha. Ah, não venha dizer que não gosta de solidão. Se você pensa assim, está na hora de rever seus conceitos, quem sabe preconceitos. Sim, mais do que em alguns lugares do mundo, existe aqui no Brasil a mania de achar que se alguém está sozinho é por falta de opção. Quase nunca passa pela cabeça das pessoas que é justamente o contrário: uma escolha consciente de dar um tempo para ficar com você mesmo, se abrir para os lugares e as pessoas e, se perigar, até se conhecer melhor.
Se a idéia de viajante solitária, expressão (mal) traduzida do inglês, provoca calafrios em você, pense em viajante independente. Começou a gostar da idéia? A ideia é que, pelo menos uma vez, você tenha a experiência de sair por aí, dona do seu próprio nariz. E, se for bom, repetir quantas vezes puder, por que não?
O caminho para o novo
Em seu livro A Fruitful Darkness (Uma escuridão frutífera, sem tradução no Brasil), a ecologista e antropóloga budista Joan Halifax diz que todo mundo tem uma geografia própria,que pode ser usada para mudanças. "É por isso que viajamos para lugares distantes. Precisamos renovar nós mesmos em territórios frescos e selvagens. Para alguns, essas são jornadas em que mudanças ocorrem intencional e cuidadosamente", escreve.
A história é prova disso. O filósofo, teólogo e humanista Erasmo de Roterdã (1465- 1536) viveu e trabalhou em diversas partes da Europa em busca de conhecimento, experiências e idéias que, para ele, apenas o contato com o novo poderia trazer. Assim, virou o precursor da mobilidade acadêmica européia. Hoje existe, inclusive, um programa de intercâmbio entre universidades da União Européia com seu nome.
Porém, para a maioria das pessoas atualmente, esse sentido de sair em busca do novo, do fresco, do desconhecido, está meio de lado. Ainda que sobrevivam exemplos como os intercâmbios acadêmicos e os períodos "sabáticos", a viagem exploratória há muito cedeu lugar à pura distração. Vivemos na chamada cultura da embriaguez, onde o que vale é o prazer. As pessoas viajam para descansar, se divertir, não para encontrar o desconhecido ou encontrar a si mesmas.
Nada contra a mordomia, o único problema é tornar a viagem um prolongamento da vida cotidiana. "As viagens hoje em dia são superprotegidas, as pessoas se armam, querem levar todo seu conforto.É cada vez mais difícil elas se soltarem ao risco, estenderem a borda do limite", diz o psicanalista da Faculdade de Educação da USP Rinaldo Voltolini.
Agora é com você
Mas para ser transformadora, a viagem deve proporcionar um corte, uma perda de referências. E um acompanhante é sempre uma referência, talvez a mais forte de todas. "Viajar sozinho ajuda você a experimentar esse corte a que, se a realidade não lhe impõe, fica mais difícil chegar com as próprias pernas. Freud já dizia: o psiquismo é conservador, quando encontra um caminho não muda", afirma Voltolini.
Mas não adianta olhar tudo como um turista. Para valer o efeito, é preciso entrar no clima, abrir espaço para o novo, e também para o improviso. Está aí algo a que não estamos acostumadas: dar oportunidade para o imprevisível. Tudo bem traçar um roteiro de viagem, mas nada de se prender a ele. A todo tempo a viagem pode se reinventar. Até parece que a cada dia é uma nova viagem, pois você nunca sabe as histórias e as pessoas que vão cruzar seu caminho.
Os outros
Quando está sozinha, você se abre mais para as pessoas. Primeiro nasce uma ânsia de se comunicar, afinal ninguém consegue passar horas ou dias a fio sem falar com ninguém. Depois você precisa saber onde dormir e comer ou onde fica a trilha para a montanha. E, assim, podem nascer amizades pelo caminho.
"Pessoas são pessoas em qualquer lugar. Mas, às vezes, no cotidiano, a gente perde essa dimensão humana. Viajando você desperta o novo no olhar", diz o oceanógrafo paulista Antônio Soares, que não se lembra de ter feito alguma vez na vida uma viagem em grupo.
Tão encantador quanto a facilidade de se conectar com as pessoas é o desapego a elas. Muito bom se relacionar com as pessoas. Melhor ainda se isso não se tornar uma dependência. Pois no dia seguinte virão novas histórias com novos personagens. E assim a viagem volta ao início, à espera de um novo acaso que mude o dia, a semana, as férias e, no limite, a própria vida.

Só, somente só
Há momentos em que nos sentimos entregues a nós mesmos, sem ninguém para compartilhar uma emoção. Porém, vem junto uma sensação de cumplicidade, de que você é a única testemunha daquela história. "Existe uma imersão nos próprios sentimentos. Você fica mais sensível e tem mais tempo para se dedicar aos acontecimentos", diz o terapeuta de orientação antroposófica Corrado Bruno, de São Paulo.
A terapeuta e artista plástica Paula Marques, de São Paulo, já viajou muito sozinha. A intenção sempre foi curtir uma ocasião apenas dela, um momento de silêncio em que pudesse parar para prestar atenção no corpo, aquietar a mente. "As pessoas têm uma busca louca por estar sempre fazendo coisas, não perdendo tempo. Não olham para dentro", diz.
Na Idade Média, no Japão, acreditava-se que as dificuldades de uma viagem eram desafios que se transformavam em poesia e canção. E, por que não, em filmes ou apenas em belas memórias. Se você quer encontrar sua própria história, escolha o destino e pegue a estrada. De verdade.
LIVROS
. Viagem à Itália, J. W. Goethe, Companhia das Letras
. A Arte da Peregrinação, para o Viajante em Busca do que lhe é Sagrado, Phil Cousineau, Ágora
. Viajante Solitário, Jack Kerouac, L&PM Pocket
. Guia Criativo para o Viajante Independente na Europa, Zizo Asnis e Os Viajantes, O Viajante/Trilhos e Montanhas

Fonte: Solitude

A modelo Yasmina Rossi, aos 57 anos de idade, é sensação no mundo da moda e nas redes sociais.


Ela nasceu em 21 de dezembro de 1955. Francesa de nascença, Yasmina Rossi, tem estampando campanhas publicitárias ao redor do planeta e é sensação nas redes sociais por todo o mundo. Linda e cheia de vitalidade, Yasmina se define como uma mulher sonhadora, aventureira e exploradora, que trabalha como modelo, mas se considera uma artista em todos os campos da vida, seja com fotografias, roupas, designer de interiores, ceramista, etc.



"Eu posso fazer tudo com minhas mãos", disse. Ter nascido em Córsega, uma pequena ilha ao sul da França, e posteriormente radicada em Miami, desde 2007, deram-lhe dupla nacionalidade, o que ela considerou um passo para tornar-se oficialmente uma cidadã do mundo. 

Alegre e espirituosa, disse: "Não sei explicar quem sou eu realmente, o que eu sei é que eu não gosto de convenções, da falta de liberdade, pré-conceber idéias, etiquetas, regras, tudo o que é muito limitante. Sou apaixonada em tudo o que eu faço. Nos meus relacionamentos, sou generosa, leal e as pessoas sabem que podem contar comigo. Eu sempre busco ver em primeiro lugar a beleza interior no outro".

E ela explica como chegou aos 57 com um corpo invejável: "Meu corpo é como ele é, repleto de todos os sentidos para desfrutar a vida com gratidão e celebração. Não faço cirurgias e nem tratamentos de beleza, tenho uma alimentação saudável e uso apenas óleo de sementes nos cabelos e no rosto." 

Ela conta que recebe um monte de e-mails de mulheres e homens que querem saber seu segredo para envelhecer de forma tão harmoniosa. "Nenhum!", diz ela, e completa: "Apenas faço o que eu realmente desejo fazer sem pensar no que as pessoas podem pensar de mim, na verdade sou como uma criança que não se importa, mas com limites saudáveis. 

Envelhecer harmoniosamente depende de como é o espírito que anima o corpo. Ser curiosa e querer aprender é muito importante no processo do "não envelhecer" e manter o corpo vivo". Feliz e segura, Yasmina explica: "Eu fico espantada pela forma como posso me sentir bonita agora, não só por dentro, mas também por fora!

 Eu não me sentia assim quando tinha 20, 30 ou 40 anos. Estou muito melhor na minha pele agora, só lamento que tenha tido essa percepção tão tarde. Foi apenas depois que fiz 40 anos que comecei a me achar sexy, mais viva, mais no meu corpo do que nunca. É surpreendente eu amar tanto este corpo com quase 60 anos, agora que ele começa a decair. 

Tudo isso é estranho e inesperado, mas muito bom. Isso faz parte de um aprendizado".
Sobre ter planos e sonhos, Yasmina diz que aos 57 anos ainda não sabe o que quer da vida, que isso talvez não seja algo que precise ser entendido. "Eu percebo que a vida me trouxe aos lugares que eu tinha sonhado ir e me tornei a pessoa que queria ser e isso aconteceu naturalmente.

 Acredito e percebi desde cedo que o processo de causa e efeito, de querer e acreditar em algo com o pensamento, pode te levar aonde você quer chegar, mas é preciso trabalhar para isso, o que para mim chega a ser um problema, pois como estou sempre tão animada, estimulada e fascinada por tantas coisas, tendo tantas idéias, e por saber que posso fazer de tudo com minhas mãos, tudo acaba se tornando "difícil" para mim, porque começo a fazer uma coisa e não tenho tempo suficiente para terminar porque logo já me vem outra ideia e quero colocá-la em prática também. Quero viver e criar tudo ao mesmo tempo." 

Perguntada sobre quem é Yasmina, ela respondeu: "Eu acho que sou um paradoxo, e viver a minha vida para mim é isso... é como estar em contato com a vida, com a minha plenitude, ver por todos os ângulos, ser as duas faces da mesma moeda, e ao mesmo tempo, estar em equilíbrio e harmonia com o universo". 

A modelo chama de "beleza" tudo o que é fonte de estímulo para sua criatividade e explica: "Ver a beleza das coisas gera sempre uma tendência de criar algo que julgo bonito, é como uma necessidade. Eu acredito em compartilhar o que eu amo e fazer as pessoas felizes com o que me faz feliz, simplesmente nas pequenas coisas de todos os dias.

 Eu realmente acho que estou na terra para desfrutar a vida, criar a "beleza" que é para mim a expressão do Divino e ser uma testemunha disso. Eu acredito que é tudo isso que me faz parecer tão radiante. A beleza é tudo de bom que podemos criar e compartilhar com o próximo."

Questionada sobre o que é liberdade, Yasmina disse: "Liberdade é ser tão simples quanto possível, mas "ser." Confiar que a vida sempre quer o que é bom para mim e fazer dessa liberdade uma escolha por ser feliz. Eu gostaria que as pessoas acordassem e se permitissem a chance de apreciar as coisas mais simples em suas vidas, pois só isso vai fazer com que suas vidas sejam mais belas. Eu acredito que se todo mundo cuidar bem de si mesmo, o mundo todo ganha com isso." 

Yasmina, que é adepta de uma vida totalmente natural, ensina como julga que as pessoas deveriam começar a cuidar de si mesmas, de sua saúde, bem estar e consequentemente, do planeta: "Em primeiro lugar, parando de comer carne e alimentos derivados dos animal, até mesmo porque hoje eles estão repletos de pesticidas e são geneticamente modificadas, infestados por produtos químicos e tudo por essa ganância de consumismo que se alastra cada vez mais. Se cada um de nós fizesse isso, com certeza haveria uma grande mudança." 

Perguntada se acha que o ser humano ainda pode salvar o planeta, ela retruca: "Sempre que ouço isso tenho vontade de rir. O homem é muito soberbo! O planeta não precisa de nós para salvá-lo, ele já estava lá muito antes de surgirmos e permanecerá lá depois de todos termos nos matado como resultado dessa loucura desenfreada pelo lucro.

 São os seres humanos que precisam de ser salvos da sua inconsciência e ganância. Eu vivo nesse mundo consumista, mas estou fora do sistema tanto quanto possível. Não me aplico a regras e não sigo tendências. Só lamento que infelizmente ainda seja obrigada a pagar impostos e com isso beneficiar tantas coisas que não aprovo. 

Vivo impressionada com a quantidade de lixo orgânico que criamos e mesmo sabendo que com a reciclagem podemos gerar energia de varias formas, ainda não se faz isso em grande escala na maioria dos países. Fui testemunha de uma coisa muito interessante no Lêmen, um país Árabe. 

Como na maioria dos países do 3° mundo, vemos lixo por toda parte e se não há um sistema para coletá-lo e encaminha-lo para fins benéficos, as pessoas sobrevivem em meio aquele lixo todo sem aproveitar os benefícios que ele pode produzir e consequentemente poluindo mais o planeta. 

Por outro lado, quando fui a Socotra, um pequeno arquipélago que fica no mar da Arábia, a 350 quilômetros da costa do Lêmen, senti que algo estava diferente e fiquei muito espantada porque tudo estava absolutamente limpo. Eu queria tirar uma foto da mesquita mas o guia me disse que não era uma boa ideia, pois o Imam, que governa a aldeia, era muito rigoroso e não gostava de fotos. 

Ele me explicou que as latas de refrigerante, água em garrafas de plástico, televisões e todos os produtos de sociedades ocidentalizadas eram proibidos lá. Se eles não tinham como limpar, também não tinham permissão para sujar." 

Para finalizar, Yasmina completa: "Aprendi muitas coisas na vida, como entender que não preciso fazer certas coisas que não eram necessários naquele momento, só para estar com o fluxo do momento ou atender a expectativas dos outros. 
Deixei para fazer as coisas que gosto pelo prazer de fazê-las, só porque eu gosto do processo de fazer, que podem ser roupas, trabalhos de cerâmica ou qualquer outra coisa que eu goste. O prazer presente durante aquele momento é a única finalidade da vida e é isso que faz com que cada momento seja um momento especial. Não vivo para os outros, vivo para mim e só faço o bem aos outros.








Texto: Manu Santos (resultado de pesquisas via internet)
Fotos: Reprodução.


Fonte: Yasmina


sexta-feira, 19 de julho de 2013

ORGULHO E ARROGÂNCIA NO CAMINHO



Se nossa prática não diminui o auto-apego, ou talvez até aumente, então não importa o quanto somos austeros e determinados, não importa quantas horas por dia nos devotamos à aprender, refletir e meditar, nossa prática espiritual é em vão.

Um derivado próximo do auto-apego é o sentimento de auto-importância. 
Tal arrogância ou orgulho é uma armadilha bem perigosa para pessoas praticando o Dharma. 
Especialmente no budismo tibetano — com seus diversos níveis de prática, as aspirações arrebatadoras do caminho do bodisatva e o mistério cercando a iniciação no tantra — podemos facilmente nos sentir parte de uma elite.

Além disso, a filosofia do budismo é tão sutilmente refinada e penetrante que, ao ganharmos alguma compreensão dela, isso pode dar origem ao orgulho intelectual.
Mas se esses são os resultados da prática, então alguma coisa saiu errada. 


Lembre-se do conhecido ditado entre budistas tibetanos: um pote com pouca água dentro faz bastante barulho quando chacoalhado, mas um pote cheio de água não faz ruído nenhum.


Pessoas com muito pouca realização com frequência querem contar a todos sobre os insights que tiveram, o êxtase e as sutilezas de sua meditação e como isso transformou radicalmente suas vidas.


Mas aqueles que estão verdadeiramente impregnados de realização não se sentem compelidos a anunciar isso; no lugar disso, simplesmente residem nessa realização. 


Eles não estão preocupados em descrever seu próprio progresso, mas em tocar a consciência dos outros de modo que seus corações e mentes possam ser despertados.


~ B. Alan Wallace (EUA, 1950)

domingo, 30 de junho de 2013

Despertar da consciência


"A sociedade humana é a extensão do indivíduo. Se quisermos realmente uma mudança radical, se quisermos um mundo melhor, teremos de mudar individualmente, mudar dentro de nós mesmos, alterar dentro de nossa própria individualidade os abomináveis fatores que causam dor e miséria no mundo."


Samael Aun Weor  


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Os 10 dos 100 Segredos das Pessoas Felizes

Esses são os 10 segredos dos 100 retirados daquele famoso livro “Os 100 Segredos das Pessoas Felizes” de David Niven. A seguir, acrescento alguns comentários.


1. Use uma estratégia para alcançar a felicidade
Bem, em primeiro lugar você precisa saber algo simples: o que te faz feliz? Já sabe o que quer? Então, ótimo! Vá à luta! Para chegar a qualquer lugar, primeiro, é preciso saber para onde se quer ir. Como chegar torna-se fácil. Se você está se aproximando do que quer, então está indo na direção certa!

2. Usufrua as coisas comuns
A vida é feita de momentos comuns, atos rotineiros, simples… cabe a nós vivê-los com mais qualidade e intensidade. Como? Tornando esses momentos especiais! Curta o comum como se fosse a melhor coisa de sua vida, afinal, isto é mesmo a sua vida enquanto você tem de fazê-lo!

3. Seja uma pessoa positiva
Não importa o que você tenha ou já teve que enfrentar em sua vida; importa a sua atitude perante as situações e experiências. Uma atitude positiva torna as coisas mais fáceis. As coisas lhe parecem leves, possíveis, solúveis, melhores do que antes?Isso é ser positivo!

4. Abra-se para novas idéias
Que tal experimentar algo novo?[Isso me lembrou um ótimo poema intitulado Mude de Edson Marques.] Você ouve com interesse o que as pessoas têm a dizer? O novo, ou o simplesmente diferente pode ser muito interessante, desde que você esteja disposto a se aventurar em caminhos e idéias ainda desconhecidos.

5. Concentre-se naquilo que é realmente importante para você
Faça aquilo que é importante PARA VOCÊ! Não para o seu pai, sua mãe, seu vizinho, seu namorado, a sua amiga, a atriz famosa, e quem mais você imaginar! Faça aquilo que te move! Dedique-se a isso. Empregue mais de sua energia nas coisas que lhe trazem satisfação, nas que lhe dizem à alma: Isso vale à pena!

6. Não confunda bens materiais com sucesso
Existem recursos mais valiosos que os bens materiais. Sua família e os seus amigos, por exemplo. Não se meça pelas coisas que têm, mas por aquilo que é e pelo que pode fazer pelos outros.

7. Cultive as amizades
Um amigo alegra e muito nossa alma! Faz muito bem sentir-se próximo e querido das pessoas, querê-las bem e compartilhar bons momentos com elas! Associe-se!

8. Lembre-se de onde você veio
Nem sempre o passado é agradável, nem é preciso que seja. Mas dê uma olhada para trás e veja por quantas coisas você já passou, de que modo você chegou até aqui e tornou-se o que é hoje. Além disso, o que seus pais, seus avós já enfrentaram para que, hoje, você pudesse estar aqui?Vale refletir…

9. Faça as coisas nas quais você se sente competente
Certamente essas coisas também são as que mais te dão prazer em fazer! Fortaleça o que você tem de bom, dedique-se mais a isso e você será também extraordinário naquilo que fizer.

10. A sua vida tem um propósito e um sentido
Você faz a diferença. Pense na diferença que você faz todos os dias nos lugares em que vai e com as pessoas com as quais entra em contato. Pense em todas as pessoas que fizeram a diferença em sua vida, mesmo que não tenha sido uma diferença positiva. Pense no seu poder de afetar positiva ou negativamente a vida de outras tantas pessoas. Nada que existe, existe à toa. Tudo o que é, é sagrado. Se você não encontra um propósito para a sua existência, empenhe-se em descobrir. Por mais simples que possa parecer, tenho certeza de que há um motivo para eu e você estarmos aqui agora.


Fonte: Feliz



sábado, 18 de maio de 2013

O SOL ENTRA EM GÊMEOS > por Haroldo Barros



Continuando sua caminhada pelo Zodíaco, o Sol adentra o signo de Gêmeos, neste 20 DE MAIO de 2013, às 18h09, dando início a um ciclo de expansão mental e de integração entre as diversas partes que formam um todo.


Mitologicamente, o signo de Gêmeos, primeiro do elemento ar, está associado ao mito de Castor e Pólux, chamados “os Dióscuros”.
Enamorado da bela Leda, esposa do rei Tíndaro, Zeus (Júpiter), senhor dos homens e dos deuses, metamorfoseia-se em cisne para seduzi-la. 

Da insólita união nascem, da semente de Zeus (e portanto imortais), Pólux e Helena; e da semente de Tíndaro (e portanto mortais) Castor e Cliptemnestra.
Estranhamente, ainda sendo filhos de pais diferentes, Castor e Pólux eram absolutamente idênticos e cresceram unidos por profundo amor. 

Foram educados nas artes da guerra pelo centauro Quíron e tornaram-se grandes heróis e valorosos guerreiros.
Um dia, numa peleja fatal, Castor é mortalmente ferido. 
Vendo o amado irmão perecer em seus braços, Pólux é tomado de desesperada dor: não pode viver sem o irmão e até pretende dar cabo da própria vida. 

Porém, imortal que é, sequer isso lhe é permitido. 
Implora, então, a Júpiter que divida sua imortalidade com Castor, fazendo-o voltar à vida. 
O soberano dos deuses atende ao pedido e, mais tarde, tocado por tal demonstração de amor fraternal, resolve premiar os irmãos, catasterizando-os, isto é, transformando-os em constelação, no caso, na constelação de Gêmeos, onde permanecerão amorosamente abraçados para sempre, servindo, inclusive, de exemplo para os mortais.

A entrada do Sol em Gêmeos vem assinalar o início de um ciclo onde podemos e devemos promover o abraço entre as coisas que aparentemente são as mais díspares e contrastantes, buscando a inspiração espiritual, divina (representada por Pólux, o imortal) que nos permitirá realizar o material, o concreto (simbolizado por Castor, o mortal), casando o transcendente com o imanente. 

E como Gêmeos é o primeiro signo de ar, regido por Mercúrio, pode ser por meio da palavra que se dê esse abraço, essa comunhão entre os opostos. Portanto, cuide para que a sua palavra seja veículo dessa comunhão, nunca de divisão.

Interessante notar que, pouco antes da sua entrada em Gêmeos, o Sol faz trígono (ângulo de 120 graus) com a Lua, o que indica a possibilidade de um resgate da poética em nós. 
Hora, portanto, de desenterrar e desengavetar aqueles velhos poemas incompletos ou abandonados; ou iniciar a produção, se você nunca a havia começado. 

E não venha me dizer que não é “bom” em fazer ou escrever poesias: de médico, de poeta e de louco todos nós temos um pouco, não é verdade? 
Mais importante ainda do que escrever poesias é adotar uma poética na vida, colorindo-a com a aquarela da magia e do encantamento.
Essa será a importante arma com que enfrentaremos os grandes desafios que por aí virão.

Como reflexão geminiana, as palavras do filósofo Soren Kierkgaard:
"As verdades superficiais têm opostos necessariamente falsos; as verdades profundas têm opostos tão verdadeiros quanto elas próprias."



22 coisas que pessoas felizes fazem diferente


22 coisas que pessoas felizes fazem diferente

Existem dois tipos de pessoas no mundo: aquelas que escolhem ser felizes e aquelas que optam por ser infelizes. Ao contrário da crença popular, a felicidade não vem de fama, fortuna, de outras pessoas ou bens materiais. Ela vem de dentro. A pessoa mais rica do mundo pode ser miseravelmente infeliz, enquanto uma pessoa sem-teto pode estar sorrindo e contente com a sua vida. As pessoas felizes são felizes porque se fazem felizes. Elas mantêm uma visão positiva da vida e permanecem em paz com elas mesmas. 

Photo by Rosie Hardy
A questão é: como elas fazem isso?
É muito simples. As pessoas felizes têm bons hábitos que melhoram suas vidas. Elas fazem as coisas de forma diferente. Pergunte a qualquer pessoa feliz e ela vai te dizer que:
1. Não guarde rancor.
As pessoas felizes entendem que é melhor perdoar e esquecer do que deixar seus sentimentos negativos dominarem seus sentimentos positivos. Guardar rancor tem um monte de efeitos prejudiciais sobre o seu bem-estar, incluindo aumento da depressão, ansiedade e estresse. Por que deixar alguém que o ofendeu ter poder sobre você? Se você esquecer os seus rancores, vai ganhar uma consciência clara e energia suficiente para apreciar as coisas boas da vida.
2. Trate a todos com bondade.
Você sabia que foi cientificamente provado que ser gentil faz você feliz? Toda vez que você realizar um ato altruísta, seu cérebro produz serotonina, um hormônio que facilita a tensão e eleva o seu espírito. Não só isso, mas tratar as pessoas com amor, dignidade e respeito, também permite que você construa relacionamentos mais fortes.
3. Veja os problemas como desafios. 
A palavra “problema” não faz parte do vocabulário de uma pessoa feliz. Um problema é visto como uma desvantagem, uma luta ou uma situação instável, quando um desafio é visto como algo positivo, como uma oportunidade, uma tarefa. Sempre que você enfrentar um obstáculo, tente olhar para isso como um desafio.
4. Expresse gratidão pelo que já têm.
Há um ditado popular que diz algo assim: “As pessoas mais felizes não têm o melhor de tudo, elas fazem o melhor de tudo com o que elas têm.” Você terá um sentido mais profundo de contentamento se você contar suas bênçãos em vez de ansiar para o que você não tem .
5. Sonhe grande.
As pessoas que têm o hábito de sonhar grande são mais propensas a realizar seus objetivos do que aquelas que não o fazem. Se você se atreve a sonhar grande, sua mente vai colocar você em uma atitude focada e positiva.
6. Não se preocupe com as pequenas coisas.
As pessoas felizes se perguntam: “Será que este problema importa daqui a um ano?” Elas entendem que a vida é muito curta para ficar preocupado com situações triviais. Deixar os problemas rolarem à sua volta vai definitivamente colocar você à vontade para desfrutar das coisas mais importantes na vida.
7. Fale bem dos outros.
Ser bom é melhor do que ser mau. Fofocar pode ser divertido, mas geralmente deixa você se sentindo culpado e ressentido. Dizer coisas agradáveis sobre as outras pessoas o encoraja a pensar positivo, sem se preocupar em julgar as ações de outras pessoas.
8. Não procure culpados.
As pessoas felizes não culpam os outros por seus próprios fracassos na vida. Em vez disso, elas assumem seus erros e, ao fazer isso, elas proativamente tentam mudar para melhor.
9. Viva o presente.
As pessoas felizes não vivem no passado ou se preocupam com o futuro. Elas saboreiam o presente. Elas se deixam envolver em tudo o que está fazendo no momento. Param e cheiram as rosas.
10. Acorde no mesmo horário todos os dias.
Você já reparou que um monte de pessoas bem sucedidas tendem a ser madrugadores? Acordar no mesmo horário todas as manhãs estabiliza o seu metabolismo, aumenta a produtividade e coloca-o em um estado calmo e centrado.
11. Não se compare aos outros.
Todos trabalham em seu próprio ritmo, então por que se comparar com os outros? Se você acha que é melhor do que outra pessoa ganha um sentido não saudável de superioridade. Se você acha que alguém é melhor do que você acaba se sentindo mal sobre si mesmo. Você vai ser mais feliz se concentrar em seu próprio progresso.
12. Escolha seus amigos sabiamente. 
A miséria adora companhia. É por isso que é importante cercar-se de pessoas otimistas que vai incentivá-lo a atingir seus objetivos. Quanto mais energia positiva que você tem em torno de você, melhor vai se sentir.
13. Não busque a aprovação dos outros.
As pessoas felizes não importam com o que os outros pensam delas. Elas seguem seus próprios corações, sem deixar os pessimistas desencorajá-los. Elas entendem que é impossível agradar a todos. Escute o que as pessoas têm a dizer, mas nunca busque a aprovação de ninguém.
14. Aproveite seu tempo para ouvir.
Fale menos, ouça mais. Escutar mantém a mente aberta. Quanto mais intensamente você ouve, mais silencioso sua mente fica e mais conteúdo você absorve.
15. Cultive relacionamentos sociais.
Uma pessoa só é uma pessoa infeliz. As pessoas felizes entendem o quão importante é ter relações fortes e saudáveis. Sempre tenha tempo para encontrar e falar com sua família e amigos.
16. Medite.
Ficar no silêncio ajuda você a encontrar a sua paz interior. Você não tem que ser um mestre zen para alcançar a meditação. As pessoas felizes sabem como silenciar suas mentes em qualquer lugar e a qualquer hora que elas precisam acalmar seus nervos.
17. Coma bem.
Tudo que você come afeta diretamente a capacidade do seu corpo produzir hormônios, o que vai ditar o seu humor, energia e foco mental. Certifique-se de comer alimentos que irão manter sua mente e corpo em boa forma.
18. Faça exercícios.
Estudos têm demonstrado que o exercício aumenta os níveis de felicidade. Exercício também aumenta a sua auto-estima e dá uma maior sensação de auto-realização.
19. Viva com o que é realmente importante. 
As pessoas felizes mantêm poucas coisas ao seu redor porque elas sabem que coisas extras em excesso os deixam  sobrecarregados e estressados. Alguns estudos concluíram que os europeus são muito mais felizes do que os americanos, o que é interessante porque eles vivem em casas menores, dirigem carros mais simples e possuem menos ítens.
20. Diga a verdade. 
Mentir corrói a sua auto-estima e faz você antipático. A verdade o libertará. Ser honesto melhora sua saúde mental e faz com que os outros tenham mais confiança em você. Seja sempre verdadeiro e nunca peça desculpas por isso.
 21. Estabeleça o controle pessoal.
As pessoas felizes têm a capacidade de escolher seus próprios destinos. Elas não deixam os outros dizerem como devem viver suas vidas. Estar no controle completo de sua própria vida traz sentimentos positivos e um grande senso de auto-estima.
22. Aceite o que não pode ser alterado. 
Depois de aceitar o fato de que a vida não é justa, você vai estar mais em paz com você mesmo. Em vez de ficar obcecado sobre como a vida é injusta, se concentre apenas no que você pode controlar e mudar para melhor.

Essa é uma tradução do texto da Chiara Fucarino.



Fonte: Felizes