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domingo, 14 de julho de 2013

Solidão

É um dos grandes problemas dos tempos modernos e da nossa organização em sociedade. Em um tempo em que a tecnologia permite que todos nos aproximemos, como é possível estarmos cada vez mais afastados? Como tem tantas pessoas solitárias num mundo em que tantas outras precisam de companhia?
O fotógrafo Diogo Nunes se debruçou sobre o tema com a série Sobre estar só. É um retrato de um sentimento universal e por isso ele o captou em diferentes países. De Roma a Maceió, o que vemos são pessoas que, nem que seja por apenas um instante, estão sozinhas, em algum tipo de situação.
Quem melhor pra descrever o projeto do que o próprio autor? “Os caminhos se cruzam, mas as pessoas não se tocam. Não compartilham nada além daquele breve instante no metrô, ou na fila do supermercado. A maior parte do dia estamos em contato com outro ser humano, mas sempre há aquela hora, que parece eterna, onde tudo desaparece e resta apenas o indivíduo e seus arrependimentos. Essa série busca enquadrar os momentos no cotidiano em que sentimos o peso de viver em nossa carne maltratada”.


Veja as fotos:









Barcelona, Espanha

Veja esse e outros projetos de Diogo Nunes na FanPage do fotógrafo.

todas as imagens @ Diogo Nunes



Fonte: Solidão 

terça-feira, 28 de maio de 2013

Londres, nos anos 40



Londres, nos anos 40, em cores de alta resolução. Essa fotografia foi tirada usando filme Kodachrome pelo incrível Chalmers Nutterfield, provavelmente no ano de 1949.



Sebastião Salgado traz a natureza intocada de Gênesis ao Rio

Exposição reúne 245 imagens que capturam regiões mais remotas da Terra.
Trabalho de fotojornalismo é resultado de oito anos de viagens.



É uma espécie de psicologia inversa. Em vez de mostrar geleiras derretendo, usinas soltando fumaça e animais banhados em petróleo, Sebastião Salgado desperta de um hiato de mais de dez anos sem exposições grandiosas para alertar sobre os mais graves problemas ambientais focando justamente naquilo que ainda há de belo e de intocado. O objetivo do fotojornalista é invocar a percepção de que ainda há muito a ser salvo em um planeta que insiste em preservar paisagens e vidas exuberantes apesar de toda a degradação proporcionada pela ação humana.
Gênesis, a nova mostra fotográfica de Salgado, chega ao Rio nesta quarta-feira (29) com 245 imagens capturadas em oito anos de viagens aos recantos mais selvagens do planeta. A exposição ficará até o dia 26 de agosto no Museu do Meio Ambiente do Jardim Botânico e depois vai para São Paulo, onde abre, no Sesc Belenzinho, no dia 4 de setembro.
A jornada para a composição de Gênesis, que foi inaugurada no Museu de História Natural de Londres em abril, começou em 2004 e durou até 2012. Salgado realizou 30 viagens utilizando aviões de pequeno porte, helicópteros, barcos e canoas para atingir os pontos mais remotos do planeta. Consagrado pelas exposições Trabalhadores (1986-1992) e Êxodos 1994-1999), o fotojornalista mantém na nova mostra sua característica mais marcante. As imagens são congeladas em preto e branco, aguçando as texturas e os contrastes em cenas impressionantes.
Com curadoria de Lélia Wanick Salgado, Gênesis é organizada em cinco seções, priorizando os diferentes ecossistemas visitados pelo fotógrafo.
Pinguins-de-barbicha (Pygoscelis antarctica) se atiram de icebergs localizados entre as ilhas Zavodovski e Visokoi, nas Ilhas Sandwich do Sul, mergulhando no Atlântico Sul. (Foto: Sebastião Salgado/Divulgação)
Em Planeta Sul, Salgado mostra as paisagens da Antártica, englobando a Península Valdés, as Ilhas Malvinas, o arquipélago Diego Ramirez e as Ilhas Sandwich. O mundo gelado do sul da parte meridional da Terra serve de habitat para pinguins, leões marinhos, baleias, albatrozes, pétreis-gigantes e cormorões.
A seção Santuários se concentra na singularidade de lugares como as Ilhas Galápagos, Nova Guiné, Sumatra e Madagascar. Paisagens vulcânicas, populações anciãs e a peculiaridade da fauna intocada dão o tom da amostra.
Em África, Salgado captura a vida selvagem do continente em países como Botswana, em Ruanda, no Congo e em Uganda. Tribos da Etiópia e do Deserto Kalahari também são destacadas. Nessa seção, também são enfatizados os desertos da Líbia e da Nigéria.
O extremo norte da América e da Rússia aparecem na seção Terras do Norte. Além dos ursos polares, é se destacam os registros da tribo Nenet, no norte da Sibéria, que resiste às mais baixas temperaturas do Pólo Norte.
A diversidade biológica dos trópicos aparecem na seção Amazônia e Pantanal. Além da flora e fauna exuberante, Salgado registra tribos isoladas do pantanal à região do Rio Xingu.
Serviço:
Data: de 29 de maio a 26 de agosto (das terças-feiras aos domingos)
Horário: das 9h às 17h.
Local: Museu do Meio Ambiente do Jardim Botânico (Rua Jardim Botânico, 1008, Rio de Janeiro)

FonteGênesis 

domingo, 12 de maio de 2013

Projeto fotográfico comovente retrata o olhar de animais em cativeiro



O trabalho do espanhol Oscar Ciutat é comovente e serve pra nos lembrar que a vida dos animais deve ser passada em liberdade, respeitando o seu habitat natural. “Caged” foca no olhar de diversos animais em cativeiro, onde pode-se sentir o vazio e a tristeza de estar preso.
A série foi captada no zoológico de Barcelona (onde Ciutat teve a ideia, depois de estar fotografando os animais como todo o mundo faz num zoo) e é um alerta para as alterações comportamentais que os animais sofrem nestes locais, por estarem fora do seu habitat.
“Caged” inclui burros, hipopótamos, elefantes, rinocerontes, ovelhas, zebras e outros animais bem diferentes entre si, mas em igual condição. E, neles como nos humanos, o olhar não deixa mentir.
















Fonte: Liberdade

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mar do Caribe esconde 450 esculturas de concreto

É impressionante as fotos  (de perto) das esculturas, tive um choque! Deu uma aflição... Mas é interessante!

Renata



Uma multidão de figuras humanas de pedra, cada uma com expressões e roupas únicas, habita sem alarde um pedaço do fundo do mar no litoral do México. A cerca de oito metros de profundidade, nas águas cristalinas do Caribe, esconde-se o primeiro parque de esculturas subaquáticas do mundo, que tem até um museu a céu aberto – ou melhor, em alto-mar. O Musa ("museu subaquático de arte", na sigla em espanhol) conta com um acervo de 450 esculturas submersas ao redor da ilha Mujeres de Cancun, no México, que se apoia na interação do homem com o objeto.
As obras são feitas com um material poroso, uma espécie de concreto ecológico de pH neutro, que é perfeito para resistir algumas centenas de anos debaixo-d’água e facilita o crescimento de corais e o abrigo de várias espécies, como peixes pequenos, crustáceos, ouriços e estrelas-do-mar. As criaturas marítimas, aliás, são peças fundamentais para o trabalho. São elas que colorem, distorcem e transformam as dramáticas figuras submersas, construindo uma ambiciosa, mutante e frágil representação da evolução da vida.




O conjunto é obra do inglês Jason deCaires Taylor. Criado na Malásia, Taylor é um exímio mergulhador, instrutor e premiado fotógrafo subaquático. Nem mesmo um diploma no Instituto de Artes de Londres o fez se esquecer da vida marinha. Ele tirou o certificado de escultor da gaveta e o levou para o fundo do mar, onde cuida – junto da fauna que vive ali – deste dinâmico museu.
















Fonte: Esculturas

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

BRIGITTE BARDOT E PABLO PICASSO

Durante o Festival de Cinema de Cannes em 1956, a jovem Brigitte Bardot visitou o estúdio do pintor Pablo Bardot em Vallauris. Este encontro foi acompanhado pela revista Life.










domingo, 6 de janeiro de 2013

Foto: nuvens espetaculares brilham sobre montanhas



Essa espetacular formação de nuvens lenticulares aconteceu logo após o por do sol, no Parque Nacional de Rocky Mountain, no estado americano do Colorado.
O fotografo profissional Richard H. Hahn estava na parte sul do parque quando percebeu a formação única no céu. Ele correu para conseguir acertar o ângulo, conseguindo capturar as nuvens logo acima das montanhas.
“As incríveis cores duraram apenas poucos minutos, então foi uma observação de sorte”, comenta Hahn. “Eu me senti muito sortudo de estar em uma elevação boa para conseguir o melhor ângulo, captando a cena dessa perspectiva”.
“Eu vi algumas formações de nuvens lenticulares muito interessantes durante meus nove anos no Colorado, mas nunca uma como essa”, afirma o fotógrafo. “O impacto dessa formação é a cor e o formato. Parece uma mãe OVNI”.
Como a foto foi tirade cerca de 20 minutos depois do por do sol, Hahn explica que as maravilhosas cores rosa, laranja e melão das nuvens lenticulares exigiram um céu limpo no horizonte.
“O ar estava muito quieto em minha localização, o que é um grande contraste com a alta velocidade dos ventos exigida pelas nuvens lenticulares de grandes altitudes”, adiciona. “Foi incrível”.


Fonte: Nuvens 

sábado, 5 de janeiro de 2013

Confira os filmes brasileiros previstos para 2013


O cinema brasileiro em 2013 promete!


(foto do filme "Faroeste caboclo")





Segue o calendário de estreias brasileiras. Dica do AdoroCinema!

JANEIRO
04 - O Som ao Redor
18 - Open Road
24 - Acorda Brasil
25 - Jorge Mautner - O Filho do Holocausto
25 - A Luz do Tom
25 - País do Desejo


FEVEREIRO
08 - Tainá - A Origem



MARÇO
01 - Colegas
08 - A Busca
15 - Francisco Brennand
15 - Super Nada
22 - Uma História de Amor e Fúria
22 - Hoje
29 - Meu Pé de Laranja Lima
Sem data - A Última Estação

ABRIL
05 - Se Puder... Dirija!
05 - Meus Dois Amores
19 - Entre Vales

MAIO
10 - Vendo ou Alugo
17 - Confia em Mim
17 - O Que Se Move
30 - Faroeste Caboclo
31 - Cores

JUNHO
07 - Dia dos Namorados
21 - Minha Mãe é uma Peça
Sem data - Quando Eu Era Vivo

JULHO
05 - Na Corda Bamba
19 - Concurso Público
19 - Tokiori - Dobras do Tempo
Sem data - Eu Não Faço a Menor Ideia do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida
Sem data - Mato Sem Cachorro

SETEMBRO
06 - Sequestro

OUTUBRO
11 - Meu Passado Me Condena
18 - Trinta
Sem data - Avanti Popolo
Sem data - O Tempo e o Vento

NOVEMBRO
01 - Crô
01 - O Exército do Caos

DEZEMBRO
20 - Os Caras de Pau
20 - Minhocas

SEM DATA
Amazônia - Planeta Verde
As Fantásticas Aventuras de um Capitão
Giovanni Improtta
A Montanha
Praia do Futuro
Somos Tão Jovens
Vai que Dá Certo
O Vendedor de Passados
Você Nunca Disse Eu Te Amo

Fonte: AdoroCinema - Filme B

Australiano captura rastros de estrelas em fotos de longa duração

Com registros de até 15 horas, o fotógrafo Lincoln Harrison criou imagens hipnotizantes e psicodélicas

Muitos fotógrafos gostam de experimentar técnicas de fotografia de longa exposição, mas o australiano Lincoln Harrison deu uma nova definição para a palavra “longo”. Seu portfólio conta com hipnotizantes fotos de rastros de estrelas, capturados em fotos que duraram até 15 horas.
Os registros são feitos nos arredores do Lago Eppalock, no interior da Austrália. Os redemoinhos estrelas são o resultado da rotação da Terra, que, ao olharmos do chão, faz pensar que estamos vendo as estrelas “viajarem” pelo céu.
Confira a psicodelia hipnotizante das estrelas de Harrison.

 





















Fonte: Estrelas

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

“Vida em Cores”, veja fotos de novo livro de fotografia da National Geographic

A National Geographic lançou o livro fotográfico Life in Color (Vida em Cores, em tradução livre), com imagens de vários locais do mundo, o livro é separado em capítulos por cores, como vermelho, amarelo, verde, com fotos que representam as diferentes tonalidades. Veja algumas das 375 fotos presentes no livro.