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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Longe do glamour, nova geração de curadores de museus e galerias tem rotina árdua

Agora, todas as áreas pedem “alma”, principalmente na ARTE que é a manifestação do nosso Universo Interior. Não classificando bom ou ruim, mas apenas entendendo como projeção desse nosso “intimo”. Quando um curador se conecta com a criatividade do artista, não fica essa visão apenas mercadológica, esse “encontro” é de essência, outra dimensão.
Quem não captar isso, ficará para trás... A humanidade está fazendo o “caminho de volta para casa”, sem verdade em nossas realizações, nada se sustenta.
Valor dos Valores... 
Renata

Segue:




Eles nasceram "fora do Olimpo", têm as mãos "mais sujas" e dizem que há muito mais trabalho braçal do que glamour em ser curador. A nova geração desses profissionais que desponta no país já conquistou espaço no circuito, mas ainda tenta decifrar a arte contemporânea.

Decifrar, catalogar, ordenar, exibir, criticar, contextualizar e uma série de outros verbos aplicados à dissecação de um dos campos que mais cresce nas artes visuais brasileiras, projetando a imagem do país lá fora.

Nos últimos dez anos, houve o que esses jovens curadores chamam de "desmistificação" da profissão, com a multiplicação de cursos formadores, a maior inserção da geração nos grandes museus e centros culturais do país e a voracidade de um mercado de arte que catapultou a demanda por novos nomes.

"Nós somos a última geração autodidata, uma geração de passagem", diz Paulo Miyada, 27, que vem organizando mostras de relevância no Instituto Tomie Ohtake. "Mesmo que haja um 'star system' nas artes visuais, vivemos um cotidiano mais braçal do que glamouroso."

Bernardo Mosqueira, 24, carioca que montou sua primeira exposição há três anos, levando obras de 47 artistas a sua casa no Jardim Botânico, é mais direto e denuncia a "falência da imagem do curador", o fim da ideia exagerada "do cara vestido de Armani, viciado em cocaína e preso à agenda telefônica".

"Essa imagem é uma cilada, é irreal", diz Mosqueira. "A ponta visível do iceberg, que é a abertura da exposição, com todo mundo em volta de você, é só o topo brilhante da montanha. Mas abaixo dela, há um trabalho sinistro e árduo de pesquisa. Não é nada 'rock star'."


"Nossa geração já nasceu fora do Olimpo", diz Ana Maria Maia, 28, que será assistente de Lisette Lagnado no próximo Panorama da Arte Brasileira, uma das mostras mais relevantes deste ano.

"Era quase um desígnio divino exercer esse cargo, mas não somos mais essa figura soberba e cultuada. Artistas e curadores hoje são contemporâneos, travam uma conversa que acontece agora."

Moacir dos Anjos, que escalou Maia para ser sua assistente à frente da Bienal de São Paulo há três anos, vê uma "mudança perceptível de atitude" nesse campo. "Há uma insatisfação dessa geração com os modelos já existentes e uma disposição muito maior para experimentar."





Embora seja cedo, na opinião dele, para apontar novas tendências de curadoria, o sistema amadurece. "Essa geração consegue inserir o artista num campo mais amplo, tirar a arte de seu lugar específico e pôr ideias em conflito", diz Anjos. "Mas vai haver uma seleção natural entre os que têm algo a dizer e os que só têm uma pose a defender."

TESÃO E PODER

Isso porque existem os que trabalham "por tesão" e os que vão atrás de "poder", nas palavras de Mosqueira. Mas os que se firmam, na opinião de Luisa Duarte, 33, são os curadores que conseguem ser "intelectuais de seu tempo".

"É um trabalho de ir formando um olhar mais agudo sobre a produção contemporânea", diz Duarte. "Hoje há uma troca mais horizontal entre curadores e artistas, uma relação mais intensa do que nas gerações anteriores."

Solange Farkas, que costuma escalar jovens curadores para ajudar a organizar o festival Videobrasil, também enxerga relações mais próximas entre curador e artista, mas não atribui isso à geração.

"Vivemos um bom momento com a nova safra de curadores. É um contraponto ao mercado voraz", diz Farkas. "Mas, jovem ou velho, sempre acreditei num diálogo de igual para igual com o artista. Não acredito em grandes nomes da curadoria. Isso tem mais a ver com ego e vontade de projeção no mercado."

Se a arte e seu mercado são indissociáveis, equilibrar esses campos de forma inteligente é o desafio da nova leva de curadores, na opinião de Moacir dos Anjos.

"É um processo de construção e demolição constante", diz o curador. "Mas a ambição deve ser fugir da superfície, da coisa rasa, e fazer algo com significado real."



Fonte: Curadoria 




terça-feira, 7 de maio de 2013

'Só pensamos em cuidar dela', diz pai adotivo de garota com paralisia cerebral

A aposentada Maria Rosa, 59, e o representante jurídico Márcio Mesquita, 56, planejaram seguir à risca a recomendação da psicóloga: contar à Patrícia que ela era adotiva depois dos seus 12 anos.

O aniversário chegou, mas a psicóloga estava de férias. Os pais decidiram esperar. "Queria o acompanhamento de alguém preparado, temia a reação dela", diz a mãe.



Márcio e Maria Rosa Mesquita com a filha Patrícia, 15, em frente ao prédio onde moram, na zona oeste de São Paulo


Patrícia, então, chamou a mãe para uma conversa: "Mamãe, por favor, sente aqui e me diga a verdade". A menina já sabia havia dois anos, a empregada tinha lhe contado que ela fora adotada.

"Nós estávamos tão nervosos, a Pati nos acalmou, foi um alívio. A cabeça dela é muito boa", conta o pai.


O casal encarou naturalmente a adoção de uma criança com necessidades especiais. Patrícia, 15, tem paralisia cerebral, provavelmente por falta de oxigenação na hora do parto.

Como qualquer mãe, Maria Rosa temia ter um filho com deficiência. "Mas ela tem e eu aceitei numa boa e a amo do mesmo jeito."

Quando foram buscá-la numa maternidade no interior de Santa Catarina, os médicos não souberam explicar direito a gravidade da coisa.

O problema afeta o sistema neuromotor e obriga Pati a usar cadeira de rodas e muletas para se locomover.

"Meses depois, quando tivemos o diagnóstico de paralisia cerebral, só pensamos em cuidar dela", disse o pai.

Pati,15, tem sessões semanais com fisioterapeuta, fonoaudióloga e psicóloga. Frequenta escola regular, está na oitava série e é ótima aluna.

"Não sei se dá mais trabalho que outra criança, não tive outros filhos. Para mim, Pati é tudo", diz a mãe.


Fonte:AMOR

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Humildade - Brahma Kumaris



"A humildade permite que você:
- compreenda e aceite os próprios erros;
- mantenha sua força interior;
- se aproxime do coração de Deus;
- seja um bom instrumento e um bom ouvinte;
- experimente a grandeza de quem você é;
- coloque os outros em primeiro lugar;
- seja grato;
- revele sua beleza interior;
- considere tudo como uma lição e todos como seus professores."



Brahma Kumaris



sábado, 2 de fevereiro de 2013





"Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar.
Portanto quem chuta ou maltrata um animal é alguém que não aprendeu a amar."




Chico Xavier

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Cumprir a Vontade Suprema

Certo dia, vestido como lavrador, um senhor pôs-se a caminhar por suas terras. Era profundamente amado por todos, e à tarefa de gerir aquelas áreas dedicara toda a sua vida, procurando sempre o que de melhor pudesse ser feito para o bem comum. Por cinco luas viajou secretamente pelas aldeias e povoados, até que foi reconhecido por três de seus servos. O primeiro lhe indagou:
– Senhor, curvo-me ante vossa presença e pergunto-vos o que posso fazer para melhor servir a vossos nobres desígnios e merecer vossa recompensa.
O segundo lhe perguntou:
– Senhor, vós que tendes tanto poder, que mais podeis fazer em nosso auxílio?
E o terceiro disse:
– Cumpro vossas ordens, senhor, assim como obedeço à Vida que me fala de diferentes formas a cada momento. No raiar do sol e na escuridão da noite, no calor do verão e no frio do inverno, no suor do trabalho no campo e nas refrescantes águas das cachoeiras, uma Voz silenciosa e oculta está sempre a falar. Em realidade e em humildade vos digo: sirvo ao Único Senhor, aquele que criou os universos e as estrelas, o sol, a lua e os planetas; aquele que fez a água, a terra e os demais elementos; a Ele dedico total obediência.
Escutando essas palavras, o senhor das terras reconheceu naquele servo o seu herdeiro e, assim, o objetivo de sua viagem mostrava-se cumprido. Ao jovem, então, ele disse:
– Acompanha-me, pois também ao Único Senhor dedico minha vida e minha existência. Somos irmãos e companheiros de uma mesma viagem. Acompanha-me, pois terás, de agora em diante, estas terras para governar. Estás pronto para seguir-me?
O jovem servo respondeu:
– Não busco poder terreno, senhor. Tampouco posses ou bens materiais. Busco apenas cumprir a Vontade d’Aquele que traça os destinos do cosmos.
O senhor concluiu:
Então estás pronto. Segue-me.


Extraído do livro “Viagens por Mundos Sutis” – Trigueirinho

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Primeiro aluno da UFG com Síndrome de Down comenta experiência universitária

Discriminação existe, diz mãe do primeiro aluno com Down da UFG. Apaixonado por mapas, Kallil decidiu fazer o vestibular para geografia no ano passado, após concluir o ensino médio em uma escola privada de Jataí



Em fevereiro deste ano, o sítio Terra contou a história de um jovem que, aos 21 anos, tornou-se o primeiro estudante com Síndrome de Down aprovado no vestibular da Universidade Federal de Goiás (UFG). Passados 10 meses, o fato inédito transformou-se em um exemplo de superação para professores e alunos da instituição. Kallil Tavares está no segundo semestre do curso de geografia no campus de Jataí (GO) e contou, em entrevista por telefone, que está “feliz e com muitos amigos”.
A pedagoga Eunice Tavares Silveira Lima, mãe de Kallil, concorda que ele foi bem recebido tanto pelos professores quanto pelos colegas. “Claro que a discriminação existe em todos os lugares, na universidade não é diferente. Algumas pessoas ficam olhando de lado, não se manifestam, mas, em compensação, tem muitos amigos especiais, que participam, ajudam”.
Apaixonado por mapas, Kallil decidiu fazer o vestibular para geografia no ano passado, após concluir o ensino médio em uma escola privada de Jataí. Incentivado pela mãe, ele conseguiu a aprovação, sem correção diferenciada – concorreu em condições iguais a todos os demais candidatos.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

O cientista indiano Amit Goswami acredita que o capitalismo está perdendo espaço para o que chama de ?economia espiritual?



por Caio Ferretti

Chaplin foi visionário quando fez Tempos modernos, em 1936. O sistema econômico esqueceu das pessoas e se estabeleceu no materialismo e no consumismo. Mas ainda há quem questione o modelo vigente com pensamentos que vão além de lucros e porcentagens. Para o cientista indiano Amit Goswami, o capitalismo como conhecemos está perdendo espaço para o que chama de “economia espiritual”. Não se trata de comércio de indulgências, oferta e demanda de crucifixos ou da cotação de budas de porcelana, e sim de um sistema que atenda não só às nossas necessidades materiais, mas às espirituais e ao bem-estar pessoal. “Enquanto o capitalismo leva em conta a satisfação das necessidades mais egocêntricas das pessoas, a economia espiritual leva em conta o bem-estar, as necessidades mentais e da alma”, explica Amit. Para isso acontecer, é preciso que o ambiente de trabalho também seja reformulado. O cientista acredita que uma empresa que atende às necessidades espirituais de seus funcionários maximiza os lucros. “A diretoria de uma corporação inserida na nova onda capitalista não só procura aumentar os lucros materiais de seus acionistas, como contribui, literalmente, para os lucros em energia vital.” Sem perder mais funcionários nas engrenagens.
Para saber mais sobre as teorias de Amit Goswami, veja aqui dez frases do cientista que mostram como é possível pensar no futuro de uma maneira diferente.
Nossa política tem que mudar de política do poder para uma de significados. Nossas instituições educacionais têm que parar de se preocupar com o treinamento profissional e renovar o significado e a alma em sala de aula. Nossas religiões têm que parar de dizer às pessoas como votar e de influenciar políticos, e voltar à busca da divindade e ensiná-la as pessoas. E assim por diante.”
Tem que haver uma mudança no paradigma da economia, do capitalismo para o que eu chamo de 'economia espiritual'. Enquanto o capitalismo leva em conta a satisfação das necessidades básicas mais egocêntricas das pessoas, a economia espiritual leva em conta o bem-estar.”
Não precisa ser um gênio para perceber que a economia capitalista, tal como praticada hoje, também se encontra num ponto de crise. Em primeiro lugar, o capitalismo hoje é baseado no crescimento e na expansão contínuos, que requerem recursos ilimitados. Isto não pode ser sustentável num planeta finito.”
A partir da sustentabilidade ecológica, o próximo passo é a conscientização do movimento evolucionário da consciência. Não só demandamos uma sustentabilidade ecológica, mas também questionamos se nossos negócios estão contribuindo positivamente para o movimento da consciência, ou pelo menos não o estão prejudicando.”
Um outro fator-chave no desenvolvimento dos negócios é o green business, que cresceu com o movimento ecológico. O green business tem dois componentes. O primeiro é a conscientização que as considerações ecológicas podem ser empregadas para se obter ganhos econômicos e lucros. O segundo é a conscientização que, no longo prazo, a sustentabilidade ecológica é um excelente objetivo a ser alcançado. Mais cedo, ou mais tarde, isso será uma imposição dos governos, ou da própria natureza.”
A partir da ecologia, só é necessário um pequeno salto para o conceito que a conexão da vida com o meio ambiente é bem mais profunda. Não só apenas por sinais materiais e locais, mas também através da energia vital, e da própria consciência, via uma conexão não local quântica.”
A produção de energia vital pode ser alcançada de diversas maneiras. Uma delas é pelo estabelecimento de florestas, já que as plantas têm abundante energia vital. Outra forma é pelo cultivo da saúde positiva na sociedade, uma vez que as pessoas com saúde positiva irradiam energia vital. No entanto, a melhor maneira de se garantir a produção de energia vital é estimular que os locais de trabalho, frequentados por pessoas comuns, disponibilizem estruturas que permitam aos seus funcionários praticar a saúde positiva, como yoga, Tai Chi e meditação.”
As corporações começaram a perceber que seus funcionários se desempenham melhor se sua estrutura de valores não está em conflito com a estrutura de valores da empresa.”
O que acontece quando uma corporação estimula a criatividade interna de todos os seus funcionários, permitindo a eles que abram suas almas? O meio corporativo, como um todo, torna-se mais feliz, e cheio de vitalidade e de significado. Mais ainda, a criatividade interna pode aumentar a criatividade externa de pessoas já abertamente criativas, e espinha dorsal de uma corporação inovadora.”
O capitalismo, e sua expansão econômica contínua, produz padrões de vida e de remunerações cada vez maiores que não têm como serem mantidos, a não ser através da produção de inflação. Para suprir as demandas dos altos padrões, aliados aos altos custos, as pessoas se vêem forçadas a abrir mão de necessidades mais fundamentais. Assim, as promessas básicas do capitalismo são invariavelmente substituídas pela natureza agressiva do mesmo.”
*As frases foram retiradas dos artigos O caminho para uma economia espiritual e Como os negócios estão mudando, escritos por Amit Goswami, disponíveis em www.mercadoetico.com.br.




quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Mexicanos trocam armas de fogo por bicicletas

Fantástica essa iniciativa! Uma bicicleta representa não só um "bem material" ela serve como meio de transporte. Esses valores vão sendo introduzidos em uma comunidade e acaba se transformando em um "estilho de vida". Renata




Realizada no bairro mais populoso da Cidade do México, a campanha de desarmamento “Por tu familia, desarme voluntario” convida os cidadãos que possuem armas de fogo a trocá-las por bicicletas. Desde esta segunda-feira (31), mais de 200 bikes foram entregues aos participantes da campanha.
No lugar de um gatilho, dois pedais: esta é a iniciativa que as autoridades públicas da Cidade do México tomaram para incentivar o desarmamento dos moradores do bairro de Iztapalapa, uma das localidades mais perigosas da capital mexicana.
A ação foi alavancada depois que um garoto morreu dentro de um cinema do bairro, em consequência de uma bala perdida. Iztapalapa é a segunda área com maior índice de criminalidade da Cidade do México.  Até agora, mais de 200 armas foram recolhidas e trocadas pelas bikes.
No entanto, nem todos os mexicanos acreditam que a campanha de desarmamento diminuirá as altas taxas de criminalidade. Até mesmo a junta militar, órgão responsável por recolher e destruir as armas, duvida da eficiência do projeto, já que a maior parte das armas entregues eram antigas e pertenciam às famílias que preferiram ganhar uma bicicleta.
A ação, realizada pela Secretaria Nacional de Defesa, pela Procuradoria Federal do Consumidor e pela Secretaria de Segurança Pública da Cidade do México, também recolheu as armas de brinquedo que estavam à venda nos mercados, e vai ser implantada em outros bairros da capital mexicana ainda em janeiro.
Neste mês, também haverá uma campanha para recolher os brinquedos de apelo violento, que serão trocados por jogos didáticos e entregues às crianças que participarem da iniciativa. Além das bikes, a campanha de desarmamento também entrega dinheiro, computadores e brinquedos. 



Fonte: CicloVivo




terça-feira, 1 de janeiro de 2013

DOIS ELOS - Música de Antonio Jardim, Poesia de Diego Braga - Música Surda


 Sofri tanto esses dias com péssimas musicas em volumes absurdos, que mereço “Musica Surda”... Adoro! Conheci o trabalho deles a muitos anos atrás navegando na internet, na época só  existia Orkut, onde acabei me aproximando deles.
As musicas são inspirações poéticas baseadas em grandes autores: Drumond, Fernando Pessoa, Camões, Cecília Meireles... Foi amor à primeira vista!
Minha preferida é essa: “dois elos”. Renata




quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Hortas em parques públicos alimentam moradores de rua

                                           

Utilizar melhor os espaços públicos, aumentar as áreas verdes da cidade e ainda contribuir para a alimentação de moradores de rua. Esses são alguns dos benefícios das hortas comunitárias criadas pelo Grow Local Colorado, na cidade de Denver, nos Estados Unidos.

Fundado em 2009 pela união de diversas organizações civis da cidade de Denver, o projeto tem como principais objetivos promover a culinária, a comunidade e a economia local, de uma maneira democrática e inovadora.


A ideia foi mobilizar os moradores da cidade para o plantio de hortas orgânicas em parques e praças públicas. A produção resultante é integralmente encaminhada para os centros de assistências aos moradores de rua.

Além de melhorar a qualidade da alimentação de quem mais precisa, a iniciativa quer incentivar o sentimento de responsabilidade dos cidadãos em relação aos espaços público da cidade. É uma ótima oportunidade para uma atividade relaxante, que aproxima as pessoas e ainda traz um bem para a comunidade.


Fonte: cidadania

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

10 razões para andar de bicicleta na cidade.

Como não tenho carro (e agora nem casa... rs), bicicleta é uma ótima opção! Durante muito tempo, fiz tudo em cima de uma magrela, quero resgatar isso. E o mais bacana é que cresce o numero de cidades que investem em ciclovias. Renata

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Roteiro de brechós pela Vila Madalena

Eles estão em alta! Com uma proposta de "REDUZIR, REUTILIZAR, RECICLAR"; os Brechós caem no gosto dos brasileiros. Eu particularmente, sempre amei!! Renata






Veja a matéria: Brechó

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

“A universidade ensina de costas para o Brasil”, diz Ariano Suassuna

Em aula-espetáculo apresentada em BH, escritor critica desvalorização da cultura nacional




“A universidade brasileira ensina de costas para o Brasil e seu povo”, declarou Ariano Suassuna, 85, na última terça-feira (4/12), às mais de 1300 pessoas que lotavam a plateia do Teatro SESC Palladium, em Belo Horizonte, Minas Gerais. O escritor, que disse ter se incumbido da missão de “defender o povo brasileiro e sua cultura”, apresentou a aula-espetáculo “Raízes Populares da Cultura Brasileira“,que versa sobre as matrizes indígena, europeia e africana que compõem a identidade nacional. A palestra faz parte do projeto Minas-Pernambuco, que tem apoio do programa cultural “Sempre um Papo” e da Fiat.
O autor de O Auto da Compadecida acredita que, atualmente, a presença da cultura nacional nos currículos educacionais seja incipiente. Como exemplo, citou um episódio em que apenas um estudante, presente em uma de suas palestras em uma universidade na cidade de São Paulo, já havia ouvido falar do filósofo Matias Aires. “Eu perguntei se ele tinha visto em aula e ele respondeu que não, que apenas conhecia porque morava na rua que levava o nome do filósofo. Todos eles sabiam quem fora Kant – mais importante filósofo alemão do século 18 -, mas ninguém conhecia o mais importante filósofo brasileiro do mesmo século”, lamentou.
Ex-secretário de Cultura de Pernambuco e atual secretário de assessoria ao governador Eduardo Campos, Suassuna disse estar preocupado com a qualidade da arte oferecida ao povo brasileiro e, particularmente, à juventude. “É como aquela velha história de que cachorro gosta só de osso. Ofereça um filé ao cão para ver o que ele irá preferir”, metaforizou a respeito da cultura popular contemporânea. “Ao povo, não tem se dado o direito de entrar em contato com o filé”.
“Existe uma diferença entre o sucesso e a notoriedade. O sucesso é fácil e efêmero. Ninguém vai saber quem foi Lady Gaga daqui a dois séculos, mas e o Antonio Madureira?”, questionou, após exibir um vídeo de um espetáculo de dança que dirigiu, sonorizado por composições do músico do Movimento Armorial, que busca a criação de uma arte erudita por meio da cultura nordestina. “Notem que não tem guitarra no instrumental. No que eu faço, não entra esse instrumento. Faço questão”.
Suassuna ainda surpreendeu o público dançando ao som de um paso doble, estilo musical de origem espanhola, imitando um toureiroSeu intuito era comprovar a diferenciação entre as produções artísticas em diversos países, contrariando a tese de que todas seriam apenas um episódio da cultura ocidental. “Vocês reconheceram que a música era espanhola, portanto, a cultura espanhola existe e tem suas características específicas. Não é arte na Espanha, mas arte espanhola. O mesmo vale para a cultura brasileira”, afirmou.



FonteSuassuna