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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

UMA CASA DE VERDADE EM MADRI




Não poderia deixar de comentar sobre essa casa, já que me identifiquei tanto com ela. Achei a decoração linda, sem muito exagero e sem aqueles artifícios impessoais que usam muito, por estarem na moda. 

Além de cafona, é tipico de falta de identidade, ao contrario de uma casa com alma, tem objetos escolhidos pelo dono por afinidade, se a pessoa é um amante da arte ou um "fazedor", sua casa será uma verdadeira obra, com todo charme e simplicidade! 

Mas o mais importante, ao meu ver, é que uma casa assim, se torna muito aconchegante, porque tem vida pulsando ali dentro. Na maioria das vezes, casas são decoradas para os outros e não para quem mora, quem deveria desfrutar. 


Minha casa costuma ter essa identidade, objetos, moveis que façam parte do que somos (os moradores). Gostamos de quadros, tapetes, cortinas, livros, cores, peças novas e vintage, e em meio tudo isso, tecnologia, claro! Em um ambiente clean, e muito acolhedor ao mesmo tempo. Não quero ser dona da verdade, mas é nisso que acredito.




Estou em um momento especial, construindo uma casa autônoma, ecologicamente correta, desde a fundação; com direito a jardim e horta orgânica (já temos uma composteira da "Morada da Floresta"). 


Um mezanino para meditação e Yoga, uma biblioteca gigante, com espaço para estudo. Uma cozinhas gourmet parecida com essa da foto, simples mas funcional, uma estante para meus livros de culinária vegetariana, todos nós (em casa) gostamos de cozinhar...

Essa casa é um projeto a curto prazo, mas para mim a diversão já começou. Pedreiro e pesquisas funcionais para a implantação de um bom projeto, fazem parte da minha nova rotina.

E justo nesse momento da minha vida, onde estou cada vez mais consciente da minha impermanência,  consigo fazer planos, executa - los, sem nenhum apego, sabendo que posso "fazer a passagem" a qualquer momento, sem ao menos ver esse espaço pronto.

Isso faz com que tudo fique muito mais real e especial... Sou toda gratidão!!

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

"Temos conhecimento e tecnologia para um crescimento sustentável", afirma Fritjof Capra

O pensador enfatizou a importância de se conter o consumo excessivo e reduzir a diferença entre ricos e pobres
Foto: Patrícia Klemtz




"É preciso observar a habilidade da natureza de sustentar a vida". Esta é a opinião do físico e escritor austríaco Fritjof Capra, que encerrou na sexta-feira, 2 de agosto, a 10ª edição do Congresso Brasileiro de Direito Socioambiental e Sustentável, realizado em Curitiba.

Segundo o autor de O Tao da Física, entre outras obras mundialmente conhecidas, a sobrevivência da humanidade nas próximas décadas vai depender da alfabetização ecológica dos políticos, empresários e da população como um todo, "que deve se dar em todos os níveis da escola". Capra ressaltou também a necessidade de que os países busquem o equilíbrio entre crescimento econômico e responsabilidade socioambiental. "É preciso observar a habilidade da natureza de sustentar a vida", destacou.

O pensador enfatizou a importância de se conter o consumo excessivo e reduzir a diferença entre ricos e pobres. Ele criticou o modelo que mede o desempenho das nações a partir dos resultados econômicos da produção, sem levar em conta os custos sociais e ambientais. Capra também rotulou como 'mau crescimento' ou 'crescimento quantitativo', em contraponto ao 'crescimento qualitativo', que, segundo ele, busca o equilíbrio, não emite poluentes, recicla e é mais eficiente.

"Temos conhecimento e tecnologia para um crescimento sustentável", ponderou. Capra salientou a importância do uso de fontes de energias não poluentes e renováveis e alertou para a necessidade de se reduzir em 80% a emissão de gases do efeito estufa para que não haja um colapso global.


Oito atitudes para tornar sua vida mais sustentável sem gastar nada

Fechar a torneira durante o uso é algo simples, fácil de fazer e que ajuda muito o meio ambiente.
Fotofore


Quando se pensa em sustentabilidade há quem imagine  que é preciso ter painéis solares em casa ou uma série de gadgets que reduzem o consumo, no entanto, demandam grandes investimentos. Mas o EcoD já provou que é possível tornar sua vida mais amiga do meio ambiente de maneira muito simples. Veja oito atitudes para torná-la mais sustentável sem precisar comprar nada:


1. Separe a comida dos demais “lixos”
O ideal é que sua casa não gerasse desperdícios de alimentos tendo em vista que muita gente passa fome no mundo. Mas sempre há uma sobra, então, separe uma vasilha só para colocar a comida. O material orgânico é o que mais dificulta a reciclagem e aumenta as chances de plásticos e papéis irem para aterros, ao invés de serem novamente matéria-prima.


2. Leve seus sacos
O recomendável é reduzir ao máximo o consumo de plástico, mas se você sempre o utiliza e pega no supermercado, guarde o que já tem e leve para a próxima vez que for comprar uma fruta na quitanda da rua ou mesmo o pão.


3. Tire o carregador da tomada
Muita gente faz isso quando termina de carregar o celular ou a bateria do eletrônico: deixa o carregador na tomada. Ruim para o mundo e para seu bolso, pois a energia elétrica continua sendo consumida.


4. Lave os pratos logo após usá-los
Não espere a sujeira do almoço ou do suco secar para lavar os pratos, isso vai requerer mais sabão e mais água para a limpeza. E não esqueça de desligar a torneira durante o tempo de esfregação. Se você fica com “preguiça” após o almoço, jogue um pouco de água antes do descanso nos recipientes e depois volte para lavar, aproveitando esta água que ficou, assim os resíduos serão retirados mais facilmente. 


5. Coloque sua impressora no modo frente e verso
No mínimo você vai reduzir pela metade o número de folhas de papel-ofício ao colocar sua impressora no modo frente e verso. Lembrando que os papéis são provenientes das árvores...


6. Leve seu copo
Tenha um copo em sua bolsa. Você pode evitar os descartáveis do seu trabalho, de sua escola ou faculdade, somente com estas atitudes. As ruas e os oceanos agradecerão.


7. Pense bem antes de jogar fora
Não se trata de tornar-se um “acumulador”, mas de enxergar novas possibilidades de uso para os recipientes que a própria indústria já nos fornece. Assim, no lugar da compra de uma vasilha para acomodar alimentos, você pode criar novas com vasos de produtos que já adquiridos.


8. Desligue as luzes quando sair
Esta dica é tão simples, mas ainda há quem esqueça a luz do quarto ligada quando sai.




quarta-feira, 31 de julho de 2013

Canadense de 15 anos cria lanterna que funciona com o calor das mãos


Eu escolhi investigar o tema da energia humana quando descobri que somos como lâmpadas ambulantes de 100 Watts. Calculei que nossos corpos irradiam 5,7 mW por cm2, sendo que apenas 0,5 mW seria necessário para gerar luz com LED”, conta a canadense Ann Makosinski. A pesquisa desta inventora deu origem a uma lanterna que funciona com o calor das mãos humanas. Detalhe: ela tem, apenas, 15 anos.
Encorajada pela família, Ann tem uma “queda” pela Ciência desde pequena. Conta que seu primeiro brinquedo foi uma caixa de – acredite! – transistores. A partir dos 11 anos, começou a competir em feiras de Ciência da sua região. Neste ano, ganhou medalha de ouro na Grande Feira de Ciências do Canadá, onde se apresentam cientistas de todas as idades, por sua invenção, a Hollow Flashlight (Lanterna Oca, em português).
A grande motivação de Ann foi criar um instrumento que aproveitasse a energia que o corpo humano pode transmitir e, assim, evitasse o consumo – e consequente resíduo – de pilhas de curta vida útil. Também ajudaria a famílias de países pobres, que não têm acesso à energia.
E como pode uma lanterna funcionar com o calor das mãos? Ann construiu a Hollow Flashlight com pastilhas termelétricas, também conhecidas como Peltier, que são capazes de produzir eletricidade quando aquecidas de um lado e resfriadas do outro. Como a lanterna é oca por dentro, quando o ar ambiente (mais frio) circula por ali há diferença de temperatura em ralação ao calor das mãos. A energia produzida faz acender o LED da lanterna.



Fonte:Lanterna

domingo, 27 de janeiro de 2013

A vida sem carro


Não acho ruim ter um carro, muito pelo contrario, acho (as vezes) necessário e gostoso. Mas é fundamental que a pessoa entenda que a dependência é o problema, se não tem o carro naquele momento não consegue fazer nada. E pior, pira! Já vi muita gente enlouquecida sem carro, sem celular, sem luz, etc... Nós e nossa "falsa liberdade", tomar consciencia é ter qualidade de vida e ainda ajudamos o planeta. O lance é trabalhar as dependências. Eu acho! Renata

Os desafios, as soluções e os prazeres de quem decidiu abrir mão do automóvel particular


A perda do poder de sedução do carro é uma tendência mundial, como ÉPOCA mostrou na edição 758 (leia a reportagem aqui). No Brasil, tal comportamento foi confirmado pela Pesquisa de Origem e Destino do Metrô de São Paulo: de 1997 a 2007, o uso de transporte público na capital subiu de 45% para 55%. Segundo a imobiliária Lopes, 63% dos próximos lançamentos residenciais na capital estarão a até 1 quilômetro de uma estação do metrô.

Ganhar qualidade de vida na locomoção diária virou sonho de consumo da classe média. ÉPOCA entrevistou seis brasileiros que escolheram viver sem carro. Eles não fizeram isso por ativismo. Pelo contrário, guardam ótimas lembranças dos carros que tiveram. Apenas resolveram experimentar outra forma de viver e não se arrependeram. Nessa experiência, enfrentaram dificuldades. O carro particular é um meio de transporte confortável e conhecido. A música ambiente, as pessoas e mesmo a temperatura a bordo são escolhidas pelo dono. O carro está pronto para sair a qualquer momento, para qualquer lugar. Para alguém acostumado a essa verdadeira extensão motorizada da casa, os transportes alternativos são um salto rumo ao imprevisível. De bicicleta, táxi, metrô, ônibus ou a pé, a pessoa entra em contato com desconhecidos. Precisa conhecer bem a cidade, como linhas de ônibus e telefones de centrais de táxi, e avaliar a melhor combinação de meios de transporte para cada objetivo. Objetivos nem sempre fáceis de atender, como transportar crianças pequenas e suas bagagens. Casado e pai de dois filhos pequenos, o biólogo Uirá Lourenço anda por Brasília numa bicicleta tamanho-família. “É tão confortável que eles cochilam nas cadeirinhas, durante a viagem”, diz. Depois de encarar o desafio, os seis entrevistados viraram entusiastas da vida sem carro. Contam suas histórias aos amigos – e são cada vez mais ouvidos.
O Brasil não está pronto para acolher aqueles que desistem do carro particular. Mas, como mostram os quadros a seguir, nossas cidades evoluíram na última década. E têm condições de melhorar ainda mais, seguindo os exemplos internacionais.



De bicicleta 
Para o biólogo paraense Uirá Lourenço, trocar o carro pela bicicleta não foi o mais complicado. Quando tomou a decisão, aos 22 anos, sua vida de universitário cabia numa mochila. O desafio foi manter a opção. Desde então, Lourenço se casou, teve dois filhos e virou consultor. Viver em Brasília, com topografia plana e chuvas concentradas numa estação do ano, ajuda. “Pedalo até debaixo de chuva”, diz. “Temos um kit com capa e calça impermeável.” A bagagem vai num baú de motocicleta, adaptado. Barrado algumas vezes na entrada do Ministério do Meio Ambiente, ao chegar de bermuda, Lourenço passou a pedalar de calça. “Falta estrutura para receber o ciclista”, diz. Iuri e Cauã, filhos de Lourenço, andam de bicicleta desde quando estavam na barriga da mãe, Ronieli. Ao nascer, viajavam em suportes tipo canguru. Bolsas com fraldas e mamadeiras iam na mochila. “Parece difícil levar a bagagem de bebês, mas não foi”, diz. Hoje, com 3 e 4 anos, os filhos andam em cadeirinhas, numa bicicleta tamanho-família. Lourenço diz que nunca sofreram um acidente. “É tão confortável que eles se acostumaram a dormir no caminho.” A casa de Lourenço tem 11 bicicletas. As menores são dos filhos. Recentemente, os dois foram à escola pedalando por conta própria – e sem rodinhas. “Ganhei minha autonomia aos 18 anos, com o carro”, diz. “Eles estão ganhando a deles, tão pequenininhos, de forma tão saudável.”



A péDanilo Ramalho vivia um círculo vicioso. Como morava longe do trabalho, em São Paulo, sentia necessidade de ter carro. Com os gastos para manter um carro, não sobrava dinheiro para morar mais perto. Assim, chegava a gastar três horas na locomoção diária, nos 20 quilômetros entre a cidade de Guarulhos e o centro de São Paulo. “Tive transtorno de ansiedade generalizado, decorrente de estresse”, diz. “Precisei buscar ajuda de um psiquiatra e de um psicólogo.” Em 2004, Ramalho decidiu quebrar o ciclo. Abandonou o carro e, com despesas menores, passou a alugar apartamentos mais caros, localizados a menos de 2 quilômetros do escritório. Agora, acorda duas horas mais tarde. Para não suar a camisa na ida ao trabalho, vai de táxi, mordomia que lhe custa R$ 10 por dia. No fim da tarde, afrouxa o nó da gravata e volta para casa a pé. Acha graça em, pela calçada, ultrapassar os carros engarrafados no trânsito da Avenida Paulista. Não que ele tenha pressa. Ramalho caminha relaxado. Costuma parar em museus, cinemas, lojas e parques do centro da cidade. “Sou mais tranquilo agora”, diz. “Se tem um happy hour na sexta-feira, sei que posso beber sem me preocupar com a volta.” Ramalho tenta convencer a turma do escritório a se mudar para perto. “Um colega chega ao trabalho antes das 8 e só sai depois das 8, só para não pegar trânsito”, diz.   





De ônibus
Aos 18 anos, Mônica França foi a primeira entre suas amigas a tirar carteira de motorista. Dois anos atrás, aos 35, vendeu seu carro por um preço abaixo do mercado. “Só queria me livrar dele!”, diz, hoje adepta do transporte público do Rio de Janeiro. Ela mora no bairro de Laranjeiras, a menos de 10 quilômetros do trabalho, no Leblon. Apesar da proximidade, às vezes deixava pacientes esperando. “Perdia muito tempo procurando vaga para estacionar”, afirma. “No fim do dia, os flanelinhas queriam me cobrar R$ 20, e não os R$ 2 determinados pela prefeitura. Ficava muito estressada.” Hoje, Mônica pega um ônibus. “Vou apreciando a paisagem e fico relaxada”, diz. “No início, tinha medo de ser assaltada. Demorei a me acostumar, mas nunca me aconteceu nada.” A fisioterapeuta diz sentir saudades de seu carro apenas em dias de chuva. “Basta cair os primeiros pingos, para desaparecerem os táxis livres”, afirma. Mônica também usa os transportes coletivos para passear com a filha, Maria Clara, de 9 anos. “Ela gosta, acha muito divertido”, diz. O ônibus substituiu o carro mesmo em viagens de fim de semana para Visconde de Mauá, a cerca de 150 quilômetros da capital. “Eu ia sempre, e não mudei de hábitos”, afirma. “A paisagem é linda, e meus pensamentos perdem a direção no trajeto.”   





De táxi"Sempre fui apaixonado por carros”, diz o publicitário Ricardo Santos, de 39 anos, enquanto mostra, no celular, fotos de carros iguais aos oito modelos que teve. Há três anos, descobriu uma paixão ainda maior: seu próprio dinheiro. Fez contas e concluiu que o automóvel lhe custava R$ 9 mil por ano. “Nove paus!”, diz, ainda surpreso. “Dava para fazer uma grande viagem por ano.” Ele, que acabara de vender um carro, decidiu não comprar outro. Reservou a quantia para gastar com corridas de táxi. “Hoje, não tenho nenhum pudor em recorrer aos taxistas”, diz. “Peço um quando está chovendo, quando tem subida íngreme demais ou quando estou com preguiça.” Com 30 corridas por mês, Santos gasta cerca de R$ 600 – 20% menos do que gastava com o carro. “Minha vida ficou 95% mais fácil”, diz. “Não me estresso mais no trânsito, não me preocupo com estacionamentos e, em vez de dirigir, me divirto ouvindo histórias de taxistas.” Mesmo feliz com o táxi, Santos ainda se sentia mal quando o trânsito parava. “Ficava tão angustiado com o taxímetro rodando que saía do carro e ia andando ou correndo”, diz. Resolveu sua angústia com uma bicicleta dobrável, capaz de caber em qualquer porta-malas. “Não existe uma solução para o transporte em São Paulo, mas uma combinação de soluções”, diz. “Táxi, carona, carro, skate ou patins, o que é bom para mim pode não ser para você.” 



De carro compartilhado e metrô
Acostumada a cuidar de pessoas em seu trabalho como médica, em São Paulo, Camila Nihei, de 30 anos, não gostava dos cuidados que um automóvel requer. Certa vez, perdeu a garantia de fábrica por demorar demais a fazer a revisão periódica. “Carro começou a ser mais preocupação do que benefício”, diz. Há dois anos, Camila deu o carro para o irmão. Passou a andar de ônibus, num corredor expresso com faixa exclusiva, e metrô. “Eu, que chegava a passar 30 minutos no trânsito, agora levo cinco”, afirma. “É tão rápido que nem dá tempo de ler.” Adepta do transporte público, Camila sentia falta do conforto de um carro particular. “Às vezes, dá preguiça sair de casa de táxi ou metrô”, diz. Decidiu experimentar o compartilhamento de carros. Também conhecido como car sharing, o serviço permite alugar automóveis por períodos mais curtos que uma locadora convencional. Lançado há cerca de 15 anos, nos Estados Unidos, o compartilhamento de carros é novidade no Brasil. Maior empresa do ramo, a Zazcar tem 60 veículos e 45 pontos de atendimento, todos na cidade de São Paulo. Uma vez por semana, Camila recorre ao serviço para fazer compras ou ir à casa da sogra, numa cidade vizinha. Camila reserva o carro pelo celular, usa o carro por R$ 15 a hora e depois devolve no mesmo lugar. Ela, que não gostava de oficina, agora não precisa nem sequer abastecer o carro.




De carona
Fábio Fonseca morava na Barra da Tijuca e estudava engenharia da computação na Universidade Federal do Rio de Janeiro, na Ilha do Fundão. São dois dos piores lugares da cidade para viver sem carro. Na Barra, tudo é tão distante que há quem pegue táxi apenas para atravessar a Avenida das Américas, principal via do bairro. Insatisfeito com o transporte público, em 2005 Fonseca passou a ir à faculdade dirigindo. Não se sentia à vontade, porém, em viajar sozinho e ver os colegas parados nos pontos de ônibus. “O carro era um mal necessário, no meu bairro”, afirma. “A alternativa era juntar várias pessoas em um só veículo.” Em 2010, ele e um amigo, Thiago de Carvalho, criaram o portal CarUni, para unir motoristas e caroneiros. O projeto, que nasceu como um dever de casa da faculdade, tornou-se um sucesso. No primeiro mês, cerca de 500 estudantes se cadastraram. Hoje, há mais de 4 mil inscritos, de sete universidades. “O site virou nosso trabalho de conclusão de curso”, diz. O projeto tirou carros das ruas. Baixou a despesa dos motoristas, que puderam rachar a despesa do combustível com os passageiros. Deu rapidez e conforto aos caroneiros e fez surgir amizades. Hoje, o site funciona por conta própria. Fonseca abriu uma empresa de soluções empresariais e tornou-se um caroneiro. “Vou e volto do trabalho com um amigo da empresa”, diz.

Fonte:Carro

domingo, 6 de janeiro de 2013

O Significado de ‘Namaste’

O gesto Namaste representa a crença de que há um brilho divino dentro de cada um de nós.



O gesto é o reconhecimento da alma de um no outro. “Nama” significa saudação ou reverência, “as” quer dizer eu e “te”, você. Logo, Namaste literalmente significa “saudação eu você” ou “Eu saúdo a você” ou seja, O Deus que há em mim saúda o Deus que há em você. Para fazer o gesto Namaste, colocamos as palmas das mãos juntas na frente do chakra do coração, em frente ao terceiro olho, feche os olhos e arqueie levemente a cabeça. Também pode ser feito da mesma forma, só que trazendo as mãos abaixo do coração. Essa é uma forma especialmente profunda de respeito. Apesar de a palavra Namaste no Ocidente ser dita em conjunção com o gesto, na Índia, é compreendido que o gesto por si só significa Namasté e então, não há necessidade de dizer a palavra quando saúda ou reverência. 

 
Trazemos as mãos em direção ao chakra do coração para aumentar o fluxo do amor Divimo. Arquear a cabeça e fechar os olhos ajuda a mente a render-se ao Divino no coração. Pode-se fazer o Namaste a si próprio como uma técnica de meditação para atingir profundamente o chakra do coração; quando feito a outra pessoa, apesar de rápida, é igualmente uma bonita meditação. Para um aluno ou professor, o Namaste permite que dois indivíduos encontrem-se energeticamente para estabelecer uma conexão e eterno, livre da obrigação da ego-conexão.é feito com um sentimento profundo no coração e com a mente rendida, uma profunda união de espíritos pode florescer.

O ideal é que ambos Namaste sejam feitos no início e final da aula. Usualmente, é feito ao final da aula porque a mente está menos ativa e a energia da sala é mais pacífica. O professor inicia Namaste como símbolo de gratidão e respeito em relação aos alunos e convida a todos para que conectem com a sua linhagem, através disso permite que a verdade flua - a verdade que todos somos um quando vivemos com o coração.



Fonte: Namaste


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Cinto transforma gordura do corpo em energia


Essa é ótima! 
Já pensou que maravilha, não ficar mais sem bataria de celular? rs 
Quem tem gordurinhas sobrando agora sabe que nao é tão ruim assim e tudo se aproveita. Renata




A designer holandesa Emmy van Roosmalen criou uma tecnologia capaz de acabar com a dor de cabeça causada pela gordurinha extra. A invenção é conhecida como “Cinturão de Energia” e transforma a gordura da barriga em eletricidade.
O protótipo da tecnologia foi apresentado durante a Semana Holandesa de Design e surge como mais uma alternativa à produção de energia limpa. Apesar de parecer estranho, o sistema utiliza o que existe de mais avançado em termos de tecnologia disponível.
O funcionamento consiste basicamente em utilizar protocélulas artificiais para produzir energia a partir da conversão da gordura natural em Adenosina-5’-trifosfato (ATP). A energia produzida é capaz de recarregar gadgets e celulares.
Os cientistas também têm investido em ideias para aqueles que preferem realmente suar a camisa para ter energia. As opções são diversas e vão desde tênis e pisos equipados com sensores piezoeletrônicos, até, os mais comuns, sistemas que transformam o giro das rodas de bicicletas em eletricidade.





quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Hortas em parques públicos alimentam moradores de rua

                                           

Utilizar melhor os espaços públicos, aumentar as áreas verdes da cidade e ainda contribuir para a alimentação de moradores de rua. Esses são alguns dos benefícios das hortas comunitárias criadas pelo Grow Local Colorado, na cidade de Denver, nos Estados Unidos.

Fundado em 2009 pela união de diversas organizações civis da cidade de Denver, o projeto tem como principais objetivos promover a culinária, a comunidade e a economia local, de uma maneira democrática e inovadora.


A ideia foi mobilizar os moradores da cidade para o plantio de hortas orgânicas em parques e praças públicas. A produção resultante é integralmente encaminhada para os centros de assistências aos moradores de rua.

Além de melhorar a qualidade da alimentação de quem mais precisa, a iniciativa quer incentivar o sentimento de responsabilidade dos cidadãos em relação aos espaços público da cidade. É uma ótima oportunidade para uma atividade relaxante, que aproxima as pessoas e ainda traz um bem para a comunidade.


Fonte: cidadania

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

10 razões para andar de bicicleta na cidade.

Como não tenho carro (e agora nem casa... rs), bicicleta é uma ótima opção! Durante muito tempo, fiz tudo em cima de uma magrela, quero resgatar isso. E o mais bacana é que cresce o numero de cidades que investem em ciclovias. Renata

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Roteiro de brechós pela Vila Madalena

Eles estão em alta! Com uma proposta de "REDUZIR, REUTILIZAR, RECICLAR"; os Brechós caem no gosto dos brasileiros. Eu particularmente, sempre amei!! Renata






Veja a matéria: Brechó

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Enfeites de Natal sustentáveis


Ainda dá tempo de decorar a casa para o Natal gastando pouco e reduzindo o impacto no planeta. Para te inspirar, selecionamos algumas ideias fáceis, criativas e que vão deixar qualquer ambiente lindo e sustentável!



A árvore de Natal precisa de um tapete para esconder aquela base de plástico? Que tal aproveitar um material alternativo? Na foto acima foi utilizado um saco de estocar café, mas com criatividade dá para usar muitas outras coisas!





Olha que graça esse buquê feito de flores de jornal! Para fazer, basta cortar uma folha de jornal em formato de caracol e depois enrolar o papel até formar uma florzinha. Aí é só prender várias flores em uma bola de isopor e está pronto!


Quem ver esse coral natalino enfeitando a sua casa nunca irá imaginar que eles são feitos de rolos de papel higiênico! Portanto, nada de jogar tudo fora! Com criatividade e algumas tintas é possível transformar o que iria para o lixo em peças de decoração.


Já que no outro post nós mostramos a árvore feita de garrafas de cerveja, agora é a vez dos apreciadores de um bom vinho aprenderem como utilizar as rolhas na decoração natalina. Basta um pouco de arame, algumas enfeites de Natal e certa habilidade manual para transformar aquelas rolhas em uma linda guirlanda! 


Aquela pilha de CDs e DVDs velhos e arranhados podem ter um final mais feliz do que a lata de lixo. Com uma tesoura, uma ideia na cabeça e uma fitinha para dar o acabamento, eles vão acabar pendurados na árvores de Natal! 


Palitos de picolé são outra matéria-prima prima abundante em nossas vidas e que podem render mil possibilidades de enfeites. Portanto, junte os palitinhos, reúna a garotada e solte a imaginação!


A lâmpada incandescente queimou? Nada de jogá-la fora. Com tinta, glitter e alguns enfeites elas podem virar lindos bonequinhos de neve para deixar seu Natal mais sustentável. E lembre-se de comprar lâmpadas mais eficientes para substituí-las, como as fluorescentes! 


Quando a criatividade é grande, até simples gravetinhos podem virar objetos de decoração. Na foto acima, a artesã utilizou gravetos de diferentes tamanhos, linha e tinta para fazer esses enfeites para a árvore de Natal.


Outra opção de decoração sustentável é utilizar elementos naturais, como flores, folhas, sementes e frutos. As pinhas acima foram presas em um barbante e penduradas na parede, deixando o ambiente mais bonitos e natural.


Esta dica a gente já deu aqui no EcoD no Natal de 2010, mas ela continua sendo uma ótima opção para decorar a mesa ou um móvel pequeno, utilizando apenas papel de presente ou jornal. Clique aqui para ver o passo a passo.


Outra ideia que também já apareceu por aqui foi esse floco de neve feito com papel de rascunho ou folhas de jornais e revistas. Clique aqui e aprenda como fazer!


Fonte: Natal

domingo, 18 de novembro de 2012

Tendência mundial de consumo: ex-presidente global do McDonald’s abre restaurantes com dezenas de opções veganas



Ele quer transformar a LYFE na maior rede de comida saudável do mundo. Alguém duvida que ele vá conseguir?

Se existe uma pessoa no mundo com experiência de sobra para administrar uma rede de fastfood, esse alguém é Mike Roberts, ex-chefão do McDonald’s, que ocupa hoje o posto de 2ª maior rede de fastfood do mundo em número de lojas, ficando atrás apenas da Subway. Roberts trabalhou na empresa do palhaço Ronald durante 30 anos, chegando a comandar as milhares de lojas da rede espalhadas pelo mundo durante 2 anos.

Quatro anos após pedir demissão do McDonald’s, Mike foi procurado por um investidor e, um ano e oito meses depois, a primeira loja da LYFE – Love Your Food Everyday (Ame sua Comida Todos os Dias, em inglês) estava aberta. ”Hoje nós vamos começar a responder à mais significativa necessidade não atendida da América: fornecer comida saborosa, saudável, que seja barata e conveniente”, comemorou Roberts, no momento da inauguração, em 2011. “Nós pretendemos criar uma nova categoria — a dos restaurantes que vendem um estilo de vida.” – completou.

Nos restaurante LYFE, que hoje conta com 2 lojas nos EUA, há um cardápio exclusivamente vegano (veja aqui – PDF), embora o estabelecimento não seja inteiramente assim. Para tornar a comida das lojas LYFE realmente saudáveis e deliciosas, Mike Roberts contratou dois dos chefs mais conhecidos dos Estados Unidos: Art Smith, ex-cozinheiro pessoal da apresentadora Oprah Winfrey, e Tal Ronnen, conhecido por suas receitas vegetarianas e veganas. Outros cuidados foram tomados desde o início para que a rede seja considerada saudável: nenhum item tem mais de 600 calorias ou 1.000 miligramas de sódio e, sempre que possível, são utilizados ingredientes orgânicos.

Serviço



quarta-feira, 7 de novembro de 2012

A Engrenagem - Instituto Nina Rosa

O Instituto Nina Rosa traz o Documentário “A engrenagem”.

Somos todos responsáveis, estamos todos ligados a essa “rede”. 
A palavra chave é consciência; despertar para um mundo melhor!
Assumir nossa responsabilidade de não consumir, já é um grande passo!
Mas tem que ter muita coragem para ser "diferente", e tem que ter muita força para controlar os prazeres do corpo. O homem está preso a esses prazeres. O mundo esta se transformando e nosso corpo se sutilizando, não seremos mais compatíveis a esse sistema primitivo de (sobre)vivência.
É hora de acordar! Renata


Luz!!!




Óculos sustentáveis



Lindos, modernos e ecologicamente corretos!

Para mim não existe hoje nada mais moderno e criativo, do que integrar no nosso dia a dia ideias sustentáveis com charme retrô. Fazer uma peça (roupa) ter outra cara e aproveitar para atualizar o guarda - roupa, alem de ser sustentavel é uma excelente terapia. Nos faz sentir bem e bonita em um "visual novo”, totalmente reformulado e ainda praticamos o "consumo consciente"! Renata



Segue a mateia:



Óculos sustentáveis 

Já falamos aqui da reutilização de shapes de skate para criar arte, mas hoje fomos surpreendidos pelas criações da Sk8 Shades, que produz óculos incríveis e diferentões também a partir da reutilização desse material. Com um acabamento impecável, resultado de dias de trabalho, os óculos são fabricados na África do Sul por Dave de Witt e custam aproximadamente R$250 na loja virtual Etsy, que entrega no Brasil! Deu vontade: