Ontem tivemos uma noite diferente, (alguns alucinados por pimenta) resolvemos fazer uma seção de degustação. Mas até quem não é muito chegado, participou da experiência.
Uma das estrelas da noite foi Trinidad Scorpion, considerada por alguns especialistas, uma das pimentas mais forte do mundo. Bastou uma gota para essa comprovação. Foi muito gostoso e curioso esse momento, mas acima de tudo, divertido.
Passamos horas rindo de nós mesmos, os “fortões” apaixonados por pimenta, que depois de saborear uma mexicana, indiana e Trinidad Scorpion, já não aguentava mais a boca dormente de tanto arder. Todos suando feito malucos. Fico imaginando os Jolokiano que mastigam uma pimenta atômica inteira, inacreditável!!! Conversando com uma vendedora em uma loja de especiaria (Brasília), ela nos contou que a Bhut Jolokia pode dar febre e dores musculares, que tem pessoas que vão parar no hospital, pode??
Já falei sobre pimenta aqui no blog, mas repito: sou alucinada por pimenta! E comer pimenta para mim, não é pelos seus benéficos não, eu adoro comer por prazer!!! Mas sem duvidas “ELAs” ajudam a manter nosso corpo mais saudável e mais magro, acelerando o metabolismo. Outra característica da pimenta, sem duvida nenhuma, é a disposição e a energia que sentimos. Fotos da Trinidad Scorpion.
Capsicum frutescens. Uma das mais usadas na culinária e
na medicina popular brasileira.
Os frutos são pequenos e vermelhos quando maduros; têm aroma e sabor forte e bastante picante. Utilizada numa grande variedade de pratos na culinária baiana.
A pimenta malagueta(Capsicum
annuum) tem
propriedadesabrasivas, estimulantes, carminativas e hemostáticas. Muito útilnas
hemorragias do estômago (em forma de chá). As suaspropriedades terapêuticas
são:
Ø
Descongestionante nasal
Ø
Prevenção de coágulos sanguíneos
Ø
Prevenção de ataques cardíacos
Ø
Prevenção de derrame cerebral
Ø
Tratamento de doenças circulatórias
Ø
Analgésico (uma aspirina natural)
Ø
Dissolução de muco dos pulmões
Ø
Redução do colesterol elevado
Ø
Expectorante
Ø
Indutor da termogênese (efeito de transformar
parte das
Como o Sol virou um grande vilão, nos afastamos totalmente dele, o que tornou a humanidade cada vez mais artificial e doente. Essa proposta de reconexão com a natureza e o "natural" é a nova (velha) "descoberta" dos pesquisadores.
Acho importantíssimo a reposição com suplementos para uma ação imediata, até mesmo de cura dos sintomas e doenças, mas o fundamental nisso tudo, é a conscientização de que não somos "separados" de tudo no universo, isso inclui o Sol.
O Prana (energia Vital), por exemplo, é vital para nossa existência.Podemos ficar sem comida, e continuarmos vivos, mas não podemos viver sem o Sol.
Talvez um dia sutilizaremos nosso corpo físico a ponto de viver somente de Luz! Mas, enquanto isso ainda não chega, temos essas ótimas soluções para que nossa vida seja mais plena e equilibrada, nos tirando desse estado sobreViVENTES, ganhando em qualidade de vida.
"A nossa tendência é não querer ver para não sofrer. Mas não podemos mudar aquilo que não conhecemos... Se você não olhar nos olhos desses animais e perceber e atender o seu pedido de socorro, não poderá nunca ajudá-los. E se você ficar indignado, melhor. É assim que as mudanças acontecem."
Eu sou suspeita para falar... Uso gengibre na comida como tempero, além de me sentir muito bem, amo o sabor! Sou extremamente louca por essa raiz. Gostei dessa postagem do Cromos Caio e trouxe para compartilhar no blog. Renata
Gengibre
A Raiz Milagrosa - 10 Benefícios
Esta humilde raiz é um verdadeiro elixir em forma de planta. Os antigos romanos sabiam muito bem disso.
O gengibre tem sido reverenciado há centenas de anos, na medicina asiática e árabe, e hoje, estudos científicos continuam a descobrir seus benefícios à saúde, variando do alívio do estresse, à melhora na digestão.
Esta raiz ardente contém óleos essenciais – tais como gingerol e shogaol – é uma boa fonte de magnésio, potássio, vitamina B6, cobre e manganês, e é rica em antioxidantes.
Veja alguns dos benefícios que o rizoma da Zingiber officiale pode trazer à sua saúde, uma planta que foi elogiada por Confúcio, e tornou-se ingrediente popular na cozinha durante o Império Romano.
Combate a Náusea
Pesquisadores descobriram que o gengibre alivia náuseas e vômitos causados pela doença do movimento, cirurgias e quimioterapia.
Em um estudo com 80 novos marinheiros, que tinham tendência a ficar mareados, os que consumiram gengibre em pó tiveram menos vômitos e suores frios do que aqueles que tomaram um placebo (estudo da Universidade de Maryland).
Alívio Natural da Dor
O gengibre pode reduzir os sintomas das cólicas menstruais, de acordo com a Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA. Um estudo mostrou que consumir extrato de gengibre no começo do período menstrual reduziu os sintomas da dor em 62% das mulheres.
Um estudo da Universidade de Sydney descobriu que os ingredientes ativos do gengibre afetavam diretamente as vias da dor e reduziam a inflamação.
Alívio Natura da Artrite
Ingerir gengibre pode reduzir a dor em pessoas que sofrem de osteoartrite. Um estudo concluiu que o consumo de extrato de gengibre reduziu a dor da artrite nos joelhos após 3 meses de tratamento.
Pesquisas também demonstraram que o extrato de gengibre poderia reduzir a dor a e rigidez ao levantar-se e depois de uma caminhada.
Redutor do Estresse
O gengibre contém o potente gingerol, que ajuda a limpar as substâncias nocivas que nossos corpos produzem quando estamos preocupados, e portanto o gengibre pode ajudar no estresse psicológico.
O extrato de gengibre mostrou uma atividade antidepressiva significativa, em estudo publicado no International Research Journal of Pharmacy.
Anti-inflamatório
O gengibre inibe vários genes que contribuem para inflamações, que causam ou levam a uma série de problemas de saúde, incluindo doenças cardiovasculares, obesidade e doença de Alzheimer.
Antibiótico
O gengibre foi mais eficaz que medicamentos antibióticos no combate a infecções por duas bactérias estafilococos, de acordo com estudo publicado no Journal of Microbiology and Antimicrobials.
Prevenção e Tratamento de Gripes e Resfriados
O gengibre contém quase uma dúzia compostos antivirais e os cientistas identificaram vários que podem combater o vírus mais comum do resfriado, o rinovirus.
Outros compostos do gengibre – gingerol e shogaol – ajudam a aliviar os sintomas do resfriado, pois reduzem a dor e a febre, e suprimem a tosse.
Auxílio na Digestão
O ácido estomacal é fundamental para a digestão humana, e quando estamos estressados sua produção pode ser interrompida. O gengibre estimula as papilas gustativas, ativando as secreções digestivas.
Água quente com uma fatia de limão e gengibre ralado é uma receita excelente para estimular a digestão.
Um estudo publicado no European Journal of Gastroenterology and Hepatology concluiu que o gengibre estimula a digestão, ao acelerar o movimento da comida no estômago.
Combate ao Diabetes
O gengibre pode ajudar a controlar os níveis de açúcar no sangue, em pacientes diabéticos crônicos (pesquisa recente da Universidade de Sydney).
Além disso, o extrato de gengibre pode aumentar a absorção de glicose para dentro da células musculares, de forma independente da insulina (revista de saúde natural Planta Medica).
Estimula a Circulação
O gingerol previne a agregação de plaquetas, o que ajuda a diluir o sangue e evita a coagulação nas artérias.
A Raiz "Quente"
Dê preferência ao gengibre fresco sobre o seco – o sabor é melhor e ele tem maiores níveis de gingerol e componentes anti-inflamatórios. O gengibre descascado pode ser armazenado por até 3 semanas na geladeira, e até 6 meses no congelador.
Adultos não devem consumir mais de 4 gramas de gengibre por dia, e mulheres grávidas devem limitar seu consumo a 1 grama ao dia (de acordo com o Centro Médico da Universidade de Maryland). Aconselha-se que crianças com menos de 2 anos de idade não consumam gengibre.
Não acho ruim ter um carro, muito pelo contrario, acho (as vezes) necessário
e gostoso. Mas é fundamental que a pessoa entenda que a dependência é o
problema, se não tem o carro naquele momento não consegue fazer nada. E pior,
pira! Já vi muita gente enlouquecida sem carro, sem celular, sem luz, etc... Nós e nossa "falsa liberdade", tomar consciencia é ter qualidade de vida e ainda ajudamos o planeta. O lance é trabalhar as dependências. Eu acho! Renata
Os desafios, as soluções e os prazeres de quem decidiu abrir mão do automóvel particular
A perda do poder de sedução do carro é uma tendência mundial, como ÉPOCA mostrou na edição 758 (leia a reportagem aqui). No Brasil, tal comportamento foi confirmado pela Pesquisa de Origem e Destino do Metrô de São Paulo: de 1997 a 2007, o uso de transporte público na capital subiu de 45% para 55%. Segundo a imobiliária Lopes, 63% dos próximos lançamentos residenciais na capital estarão a até 1 quilômetro de uma estação do metrô.
Ganhar qualidade de vida na locomoção diária virou sonho de consumo da classe média. ÉPOCA entrevistou seis brasileiros que escolheram viver sem carro. Eles não fizeram isso por ativismo. Pelo contrário, guardam ótimas lembranças dos carros que tiveram. Apenas resolveram experimentar outra forma de viver e não se arrependeram. Nessa experiência, enfrentaram dificuldades. O carro particular é um meio de transporte confortável e conhecido. A música ambiente, as pessoas e mesmo a temperatura a bordo são escolhidas pelo dono. O carro está pronto para sair a qualquer momento, para qualquer lugar. Para alguém acostumado a essa verdadeira extensão motorizada da casa, os transportes alternativos são um salto rumo ao imprevisível. De bicicleta, táxi, metrô, ônibus ou a pé, a pessoa entra em contato com desconhecidos. Precisa conhecer bem a cidade, como linhas de ônibus e telefones de centrais de táxi, e avaliar a melhor combinação de meios de transporte para cada objetivo. Objetivos nem sempre fáceis de atender, como transportar crianças pequenas e suas bagagens. Casado e pai de dois filhos pequenos, o biólogo Uirá Lourenço anda por Brasília numa bicicleta tamanho-família. “É tão confortável que eles cochilam nas cadeirinhas, durante a viagem”, diz. Depois de encarar o desafio, os seis entrevistados viraram entusiastas da vida sem carro. Contam suas histórias aos amigos – e são cada vez mais ouvidos.
O Brasil não está pronto para acolher aqueles que desistem do carro particular. Mas, como mostram os quadros a seguir, nossas cidades evoluíram na última década. E têm condições de melhorar ainda mais, seguindo os exemplos internacionais.
De bicicleta Para o biólogo paraense Uirá Lourenço, trocar o carro pela bicicleta não foi o mais complicado. Quando tomou a decisão, aos 22 anos, sua vida de universitário cabia numa mochila. O desafio foi manter a opção. Desde então, Lourenço se casou, teve dois filhos e virou consultor. Viver em Brasília, com topografia plana e chuvas concentradas numa estação do ano, ajuda. “Pedalo até debaixo de chuva”, diz. “Temos um kit com capa e calça impermeável.” A bagagem vai num baú de motocicleta, adaptado. Barrado algumas vezes na entrada do Ministério do Meio Ambiente, ao chegar de bermuda, Lourenço passou a pedalar de calça. “Falta estrutura para receber o ciclista”, diz. Iuri e Cauã, filhos de Lourenço, andam de bicicleta desde quando estavam na barriga da mãe, Ronieli. Ao nascer, viajavam em suportes tipo canguru. Bolsas com fraldas e mamadeiras iam na mochila. “Parece difícil levar a bagagem de bebês, mas não foi”, diz. Hoje, com 3 e 4 anos, os filhos andam em cadeirinhas, numa bicicleta tamanho-família. Lourenço diz que nunca sofreram um acidente. “É tão confortável que eles se acostumaram a dormir no caminho.” A casa de Lourenço tem 11 bicicletas. As menores são dos filhos. Recentemente, os dois foram à escola pedalando por conta própria – e sem rodinhas. “Ganhei minha autonomia aos 18 anos, com o carro”, diz. “Eles estão ganhando a deles, tão pequenininhos, de forma tão saudável.”
A péDanilo Ramalho vivia um círculo vicioso. Como morava longe do trabalho, em São Paulo, sentia necessidade de ter carro. Com os gastos para manter um carro, não sobrava dinheiro para morar mais perto. Assim, chegava a gastar três horas na locomoção diária, nos 20 quilômetros entre a cidade de Guarulhos e o centro de São Paulo. “Tive transtorno de ansiedade generalizado, decorrente de estresse”, diz. “Precisei buscar ajuda de um psiquiatra e de um psicólogo.” Em 2004, Ramalho decidiu quebrar o ciclo. Abandonou o carro e, com despesas menores, passou a alugar apartamentos mais caros, localizados a menos de 2 quilômetros do escritório. Agora, acorda duas horas mais tarde. Para não suar a camisa na ida ao trabalho, vai de táxi, mordomia que lhe custa R$ 10 por dia. No fim da tarde, afrouxa o nó da gravata e volta para casa a pé. Acha graça em, pela calçada, ultrapassar os carros engarrafados no trânsito da Avenida Paulista. Não que ele tenha pressa. Ramalho caminha relaxado. Costuma parar em museus, cinemas, lojas e parques do centro da cidade. “Sou mais tranquilo agora”, diz. “Se tem um happy hour na sexta-feira, sei que posso beber sem me preocupar com a volta.” Ramalho tenta convencer a turma do escritório a se mudar para perto. “Um colega chega ao trabalho antes das 8 e só sai depois das 8, só para não pegar trânsito”, diz.
De ônibus Aos 18 anos, Mônica França foi a primeira entre suas amigas a tirar carteira de motorista. Dois anos atrás, aos 35, vendeu seu carro por um preço abaixo do mercado. “Só queria me livrar dele!”, diz, hoje adepta do transporte público do Rio de Janeiro. Ela mora no bairro de Laranjeiras, a menos de 10 quilômetros do trabalho, no Leblon. Apesar da proximidade, às vezes deixava pacientes esperando. “Perdia muito tempo procurando vaga para estacionar”, afirma. “No fim do dia, os flanelinhas queriam me cobrar R$ 20, e não os R$ 2 determinados pela prefeitura. Ficava muito estressada.” Hoje, Mônica pega um ônibus. “Vou apreciando a paisagem e fico relaxada”, diz. “No início, tinha medo de ser assaltada. Demorei a me acostumar, mas nunca me aconteceu nada.” A fisioterapeuta diz sentir saudades de seu carro apenas em dias de chuva. “Basta cair os primeiros pingos, para desaparecerem os táxis livres”, afirma. Mônica também usa os transportes coletivos para passear com a filha, Maria Clara, de 9 anos. “Ela gosta, acha muito divertido”, diz. O ônibus substituiu o carro mesmo em viagens de fim de semana para Visconde de Mauá, a cerca de 150 quilômetros da capital. “Eu ia sempre, e não mudei de hábitos”, afirma. “A paisagem é linda, e meus pensamentos perdem a direção no trajeto.”
De táxi"Sempre fui apaixonado por carros”, diz o publicitário Ricardo Santos, de 39 anos, enquanto mostra, no celular, fotos de carros iguais aos oito modelos que teve. Há três anos, descobriu uma paixão ainda maior: seu próprio dinheiro. Fez contas e concluiu que o automóvel lhe custava R$ 9 mil por ano. “Nove paus!”, diz, ainda surpreso. “Dava para fazer uma grande viagem por ano.” Ele, que acabara de vender um carro, decidiu não comprar outro. Reservou a quantia para gastar com corridas de táxi. “Hoje, não tenho nenhum pudor em recorrer aos taxistas”, diz. “Peço um quando está chovendo, quando tem subida íngreme demais ou quando estou com preguiça.” Com 30 corridas por mês, Santos gasta cerca de R$ 600 – 20% menos do que gastava com o carro. “Minha vida ficou 95% mais fácil”, diz. “Não me estresso mais no trânsito, não me preocupo com estacionamentos e, em vez de dirigir, me divirto ouvindo histórias de taxistas.” Mesmo feliz com o táxi, Santos ainda se sentia mal quando o trânsito parava. “Ficava tão angustiado com o taxímetro rodando que saía do carro e ia andando ou correndo”, diz. Resolveu sua angústia com uma bicicleta dobrável, capaz de caber em qualquer porta-malas. “Não existe uma solução para o transporte em São Paulo, mas uma combinação de soluções”, diz. “Táxi, carona, carro, skate ou patins, o que é bom para mim pode não ser para você.”
De carro compartilhado e metrô Acostumada a cuidar de pessoas em seu trabalho como médica, em São Paulo, Camila Nihei, de 30 anos, não gostava dos cuidados que um automóvel requer. Certa vez, perdeu a garantia de fábrica por demorar demais a fazer a revisão periódica. “Carro começou a ser mais preocupação do que benefício”, diz. Há dois anos, Camila deu o carro para o irmão. Passou a andar de ônibus, num corredor expresso com faixa exclusiva, e metrô. “Eu, que chegava a passar 30 minutos no trânsito, agora levo cinco”, afirma. “É tão rápido que nem dá tempo de ler.” Adepta do transporte público, Camila sentia falta do conforto de um carro particular. “Às vezes, dá preguiça sair de casa de táxi ou metrô”, diz. Decidiu experimentar o compartilhamento de carros. Também conhecido como car sharing, o serviço permite alugar automóveis por períodos mais curtos que uma locadora convencional. Lançado há cerca de 15 anos, nos Estados Unidos, o compartilhamento de carros é novidade no Brasil. Maior empresa do ramo, a Zazcar tem 60 veículos e 45 pontos de atendimento, todos na cidade de São Paulo. Uma vez por semana, Camila recorre ao serviço para fazer compras ou ir à casa da sogra, numa cidade vizinha. Camila reserva o carro pelo celular, usa o carro por R$ 15 a hora e depois devolve no mesmo lugar. Ela, que não gostava de oficina, agora não precisa nem sequer abastecer o carro.
De carona
Fábio Fonseca morava na Barra da Tijuca e estudava engenharia da computação na Universidade Federal do Rio de Janeiro, na Ilha do Fundão. São dois dos piores lugares da cidade para viver sem carro. Na Barra, tudo é tão distante que há quem pegue táxi apenas para atravessar a Avenida das Américas, principal via do bairro. Insatisfeito com o transporte público, em 2005 Fonseca passou a ir à faculdade dirigindo. Não se sentia à vontade, porém, em viajar sozinho e ver os colegas parados nos pontos de ônibus. “O carro era um mal necessário, no meu bairro”, afirma. “A alternativa era juntar várias pessoas em um só veículo.” Em 2010, ele e um amigo, Thiago de Carvalho, criaram o portal CarUni, para unir motoristas e caroneiros. O projeto, que nasceu como um dever de casa da faculdade, tornou-se um sucesso. No primeiro mês, cerca de 500 estudantes se cadastraram. Hoje, há mais de 4 mil inscritos, de sete universidades. “O site virou nosso trabalho de conclusão de curso”, diz. O projeto tirou carros das ruas. Baixou a despesa dos motoristas, que puderam rachar a despesa do combustível com os passageiros. Deu rapidez e conforto aos caroneiros e fez surgir amizades. Hoje, o site funciona por conta própria. Fonseca abriu uma empresa de soluções empresariais e tornou-se um caroneiro. “Vou e volto do trabalho com um amigo da empresa”, diz.
Ótima sugestão para aproveitar a polpa de amêndoas que sobra após o preparo do leite.
Ingredientes
100g de polpa de amêndoas (o que sobrou depois do leite feito)
1 dente de alho
4 colheres de sopa de sumo de limão
4 colheres de sopa de tahine
2 colheres de sopa de água
Azeite
Sal marinho
Pimenta preta moída na hora
Páprica
Coentro a gosto
Instruções de preparo
Picar o alho num processador de comida (ou usar o mixer). Aos poucos ir juntando a polpa de amêndoas e a água, até se conseguir a consistência desejada. Temperar com sal e pimenta preta. Colocar o hommus em um potinho, regar com um fio de azeite e polvilhar com a páprica e o coentro picado. Servir com legumes crus em palitos, torradinhas, pão pita ou mesmo como creme para passar no pão! Pode guardar no frigorífico por 3 ou 4 dias.
O gesto Namaste representa a crença de que há um brilho divino dentro de cada um de nós.
O gesto é o reconhecimento da alma de um no outro. “Nama” significa saudação ou reverência, “as” quer dizer eu e “te”, você. Logo, Namaste literalmente significa “saudação eu você” ou “Eu saúdo a você” ou seja, O Deus que há em mim saúda o Deus que há em você. Para fazer o gesto Namaste, colocamos as palmas das mãos juntas na frente do chakra do coração, em frente ao terceiro olho, feche os olhos e arqueie levemente a cabeça. Também pode ser feito da mesma forma, só que trazendo as mãos abaixo do coração. Essa é uma forma especialmente profunda de respeito. Apesar de a palavra Namaste no Ocidente ser dita em conjunção com o gesto, na Índia, é compreendido que o gesto por si só significa Namasté e então, não há necessidade de dizer a palavra quando saúda ou reverência.
Trazemos as mãos em direção ao chakra do coração para aumentar o fluxo do amor Divimo. Arquear a cabeça e fechar os olhos ajuda a mente a render-se ao Divino no coração. Pode-se fazer o Namaste a si próprio como uma técnica de meditação para atingir profundamente o chakra do coração; quando feito a outra pessoa, apesar de rápida, é igualmente uma bonita meditação. Para um aluno ou professor, o Namaste permite que dois indivíduos encontrem-se energeticamente para estabelecer uma conexão e eterno, livre da obrigação da ego-conexão.é feito com um sentimento profundo no coração e com a mente rendida, uma profunda união de espíritos pode florescer.
O ideal é que ambos Namaste sejam feitos no início e final da aula. Usualmente, é feito ao final da aula porque a mente está menos ativa e a energia da sala é mais pacífica. O professor inicia Namaste como símbolo de gratidão e respeito em relação aos alunos e convida a todos para que conectem com a sua linhagem, através disso permite que a verdade flua - a verdade que todos somos um quando vivemos com o coração.
Utilizar melhor os espaços públicos, aumentar as áreas verdes da cidade e ainda contribuir para a alimentação de moradores de rua. Esses são alguns dos benefícios das hortas comunitárias criadas pelo Grow Local Colorado, na cidade de Denver, nos Estados Unidos.
Fundado em 2009 pela união de diversas organizações civis da cidade de Denver, o projeto tem como principais objetivos promover a culinária, a comunidade e a economia local, de uma maneira democrática e inovadora.
A ideia foi mobilizar os moradores da cidade para o plantio de hortas orgânicas em parques e praças públicas. A produção resultante é integralmente encaminhada para os centros de assistências aos moradores de rua.
Além de melhorar a qualidade da alimentação de quem mais precisa, a iniciativa quer incentivar o sentimento de responsabilidade dos cidadãos em relação aos espaços público da cidade. É uma ótima oportunidade para uma atividade relaxante, que aproxima as pessoas e ainda traz um bem para a comunidade.
Como não tenho carro (e agora nem casa... rs), bicicleta é uma ótima opção! Durante muito tempo, fiz tudo em cima de uma magrela, quero resgatar isso. E o mais bacana é que cresce o numero de cidades que investem em ciclovias. Renata
Ele quer transformar a LYFE na maior rede de comida saudável do mundo. Alguém duvida que ele vá conseguir?
Se existe uma pessoa no mundo com experiência de sobra para administrar uma rede de fastfood, esse alguém é Mike Roberts, ex-chefão do McDonald’s, que ocupa hoje o posto de 2ª maior rede de fastfood do mundo em número de lojas, ficando atrás apenas da Subway. Roberts trabalhou na empresa do palhaço Ronald durante 30 anos, chegando a comandar as milhares de lojas da rede espalhadas pelo mundo durante 2 anos.
Quatro anos após pedir demissão do McDonald’s, Mike foi procurado por um investidor e, um ano e oito meses depois, a primeira loja da LYFE – Love Your Food Everyday (Ame sua Comida Todos os Dias, em inglês) estava aberta. ”Hoje nós vamos começar a responder à mais significativa necessidade não atendida da América: fornecer comida saborosa, saudável, que seja barata e conveniente”, comemorou Roberts, no momento da inauguração, em 2011. “Nós pretendemos criar uma nova categoria — a dos restaurantes que vendem um estilo de vida.” – completou.
Nos restaurante LYFE, que hoje conta com 2 lojas nos EUA, há um cardápio exclusivamente vegano (veja aqui – PDF), embora o estabelecimento não seja inteiramente assim. Para tornar a comida das lojas LYFE realmente saudáveis e deliciosas, Mike Roberts contratou dois dos chefs mais conhecidos dos Estados Unidos: Art Smith, ex-cozinheiro pessoal da apresentadora Oprah Winfrey, e Tal Ronnen, conhecido por suas receitas vegetarianas e veganas. Outros cuidados foram tomados desde o início para que a rede seja considerada saudável: nenhum item tem mais de 600 calorias ou 1.000 miligramas de sódio e, sempre que possível, são utilizados ingredientes orgânicos.